Por Miguel Oliveira
Em Eternos, um dos personagens que chamou bastante a atenção foi Kingo. Entretanto, ele é bem diferente de sua contraparte nos quadrinhos e é isso que iremos mostrar aqui. Vamos conferir 10 fatos sobre ele.
Eternos foi lançado por Jack Kirby em 1976, porém, Kingo demorou para aparecer. Basicamente, ele só aparece na edição 11 e a run completa tem 19 edições. Já Phastos só aparece uma década depois.
Apesar da versão cinematográfica soltar raios pelas mãos, Kingo possui as mesmas habilidades de Ikaris nos quadrinhos, podendo voar, criar ilusões e até teleportar. Ele consegue manipular bem sua energia cósmica.
Apesar de ter muitos poderes, Kingo prefere não utilizar sua energoa cósmica para lutar. Ele prefere usar suas habilidades em artes marciais ou sua espada. É um contraste bem grande do que vimos no cinema.
Nos quadrinhos, Kingo viveu no Japão por muitos séculos e foi treinado como um Samurai, o que explica sua preferência por artes marciais e espadas. Esta é outra diferença do personagem em relação aos cinemas.
A espada de Kingo não é comum, ela foi foi forjada por Phastos, que possui talento para construir qualquer coisa. A espada tem o poder de cortar qualquer coisa, algo que Kingo sabe usar bem na hora da batalha.
Enquanto a versão do cinema é uma estrela de Bollywood, a versão dos quadrinhos é uma estrela do cinema japonês. Ele usou suas habilidades de samurai para fazer sucesso nas telonas.
Vários Eternos decidiram viver como civis, como humanos, mas apenas Kingo criou um sobrenome para ter esta vida. Ele nunca explicou o motivo, mas ele adotou o sobrenome Sunen, que significa 'vários anos'.
Nos quadrinhos, os Eternos decidem ficar na Terra porque querem protegê-la. É onde Kingo escolhe ficar. Ele não tem interesse de viajar para outros planetas, pois considera a Terra como seu lar.
Kingo e Druig não se dão bem. E isso se dá porque Druig estava com os mongóis no século 13 e Kingo acredita que ele usou suas habilidades para influenciar os lutadores e aumentar o Império. O que seria errado.
Para cada Eterno revivido pela Máquina de Ressurreição, uma vida humana é terminada. Assim, Kingo vai em busca do conselho dos Deviantes para saber o que fazer, já que destruir a máquina não é uma opção. É um movimento arriscado, mas que mostra seu caráter.