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A Mulher-Maravilha é conhecida por sua ferocidade em combate, mas também por ser compassiva e compreensiva. E os últimos dois traços são algo que a diretora Patty Jenkins não quis perder em seu filme.

Em uma entrevista com a Glamour Magazine, Jenkins foi questionada sobre qual era sua visão para a personagem, uma vez que existiram tantas interpretações ao longo dos anos.

“Eu me baseei nos quadrinhos originais e na interpretação televisiva de Lynda Carter. Eu segui as regras em que acredito: a Mulher-Maravilha não machuca as pessoas por diversão. Ela não usa violência a menos que tenha que fazer isso. Todo mundo assume que ela tem que ser durona. Claro, ela tem que ser durona. Mas era meu dever dizer que ser durona não significa que ela não possa ser amorosa, engraçada, calorosa, todas essas coisas.”

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Mulher-Maravilha tem estreia marcada para 1º de Junho de 2017, com direção de Patty Jenkins. O elenco tem Gal Gadot como a protagonista, Connie Nielsen como Rainha Hipólita e Chris Pine como Steve Trevor.



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