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Durante entrevista ao SciFi Now, a produtora Lauren Hissrich comentou sobre a importância dos efeitos práticos em “The Witcher“. Ao que parece, não teremos exagero no que diz respeito à computação gráfica.

“Obviamente, praticamente todos os monstros não existem na vida real, então decidimos usar próteses, e tentar manter as coisas mais reais possíveis. Foram atores com próteses especiais e maquiagem ao invés de uma criação inteiramente em CGI.”

Explicou.

“Claro que CGI se mostrou necessário na série, mas tentamos utiliza-lo de forma inteligente. Por exemplo, tivemos cenas em um belo castelo na Polônia, e depois fizemos a mesma coisa na Áustria e na Hungria. A ideia era criar o mundo ao redor do cenário.”

A trama de The Witcher gira em torno do bruxo Geralt (Henry Cavill), um caçador de monstros que se livra de enormes pestes por um bom dinheiro. Mutante, ele luta para encontrar seu lugar em um mundo no qual as pessoas frequentemente se mostram mais cruéis do que as criaturas que ele enfrenta. O bruxo também tem uma filha adotiva, a Ciri, personagem importante nos livros e jogos que também atua como uma guerreira e feiticeira.

Andrzej Sapkowski, autor das obras originais, vai atuar como consultor de roteiro. Tomasz Bagiński, que dirigiu os vídeos de apresentação dos três jogos da série de videogames, vai dirigir pelo menos um episódio da temporada de estreia.

The Witcher estreia na Netflix em 20 de dezembro.



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