Por Miguel Oliveira
A Diretora da Força-Tarefa X, Amanda Waller raramente está na linha de frente, preferindo fazer a maior parte de seu trabalho nas sombras. Implacável, sem escrúpulos e sempre trabalhando nos bastidores, manipulando os membros do seu Esquadrão Suicida e lidando com diversos níveis de poder no governo.
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Amanda Waller possui um passado bem pesado e sofrido, que justifica de onde vem sua personalidade impiedosa. Casada com um homem chamado Joseph Waller quando tinha apenas 18 anos, Amanda teve cinco filhos, tentando criá-los da melhor forma possível em um perigoso local.
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Seu filho mais velho foi morto nas ruas ao reagir a um assalto, e logo depois sua filha foi estuprada e morta enquanto voltava da igreja por um bandido local chamado Candyman. Em busca de vingança pela morte brutal da filha, o marido de Waller vai atrás de Candyman com uma arma, mas também acaba morrendo em uma troca de tiros com o assassino da garota.
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Determinada a quebrar o ciclo de violência e pobreza, ela conseguiu que seus três filhos restantes terminassem a faculdade e adquiriu seu próprio diploma de ciências políticas. Logo depois ela começou a trabalhar na política, tornando-se auxiliar do Congresso. Amanda se torna diretora da Força Tarefa X.
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Amanda Waller e a versão moderna do Esquadrão Suicida sempre estiveram juntos. Ambos compartilharam a primeira aparição na minissérie Lendas, de John Ostrander, Len Wein e John Byrne em 1986 antes do Esquadrão Suicida finalmente ter sua própria série-título (também de Ostrander) em 1987.
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Ela liderou grupos derivados da Força-Tarefa X como Xeque-Mate e A Agência, equipes secundárias de criminosos como Guerreiros Sombrios e Sexteto Secreto, além de várias organizações governamentais, como a A.R.G.U.S., Time 7, CBI, Cadmus e o Departamento de Assuntos Extranormais.
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A desconfiança de Waller não serve apenas para criminosos ou outros indivíduos com superpoderes, mas vai até a própria Liga da Justiça, incluindo o Batman. É essa desconfiança que leva à sua criação e participação em organizações como A.R.G.U.S. ou Cadmus, onde ela pode monitorar e influenciar a atividade meta-humana.
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No início dos anos 2000, a DC Comics viu Lex Luthor voltar sua atenção para a política, chegando ao cargo de Presidente dos Estados Unidos. Após sua eleição, Lex nomeou Amanda Waller para servir em seu gabinete como Secretária de Assuntos Metahumanos.
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A desconfiança de Waller em relação aos metahumanos e a busca incessante de contramedidas contra super-heróis a torna uma das poucas pessoas a acumular um estoque de Kryptonita.
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Ela já foi até substituída como Diretora da Força-Tarefa X por um tempo, mas a nova diretora era apenas uma fachada – Waller ainda estava dando as cartas nos bastidores.
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Em Os Novos 52 de 2011, e a personagem acabou ganhando um bizarro redesign. Embora Waller mantivesse uma personalidade e papel semelhantes no Universo DC, ela foi redesenhada como uma mulher muito mais jovem e magra, com a DC indo para o lado do apelo sexual.
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Ela foi retratada em live-action um total de 4 vezes até o momento, por Pam Grier em Smallville, Angela Bassett em Lanterna Verde, Cynthia Addai-Robinson em Arrow, e Viola Davis nos dois filmes do Esquadrão Suicida.
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Em Liga da Justiça: Sem Limites é revelado que Waller passou a respeitar Batman, vendo a importância da inteligência do herói e compromisso absoluto com seus princípios. Determinando que o mundo sempre precisaria de um Morcego, ela inicia o “Projeto Batman do Futuro”.