Por Miguel Oliveira
Ele é um dos Lendários Sanin, um homem sábio que procura paz e harmonia em um mundo coberto por guerras. Jiraiya foi uma figura paterna para Naruto e, aqui, elencamos 10 fatos sobre ele. Vamos conferir?
Antes de nascer, Naruto já tinha este nome. Seu pai, Minato, o escolheu inspirado pelas histórias escritas por Jiraiya, que contavam as aventuras de um herói shinobi chamado Naruto.
Jiraiya é um verdadeiro prodígio. Ele completou sua graduação na academia Ninja com apenas 6 anos de idade, antes mesmo da maioria começar a estudar a arte shinobi.
Apesar de ter se sacrificado pela Vila da Folha, Jiraiya não teve a oportunidade de ser enterrado lá. Seu corpo foi perdido e, por isso, Naruto decidiu erguer um monumento com o nome 'Mestre' para ele.
O nome de Jiraiya é baseado no folclore japonês, inspirado pelo Conto do Galante Jiraiya, que traz as aventuras de Jiraiya Goketsu Monogatari, um guerreiro que usava mágica e montava um sapo gigante.
O nome de Jiraiya significa 'Jovem Trovão' ou 'Jovem Raio', dependendo da tradução. Algo que combina bem com sua personalidade, que busca usar a força bruta para vencer.
No mangá, Jiraiya é o criador do jutsu que permite que o usuário fique transparente, permitindo que ele se mantenha indetectado em território inimigo. Entretanto, sua ideia original era espionar as meninas.
Jiraiya consegue usar 4 dos 5 elementos de Chakra, a maioria dos shinobis consegue usar apenas 2. O único tipo que ele não consegue usar é o Raio, mas isso não traz nenhuma desvantagem para ele.
Os shinobis são separados em 3 classes: Genin, Chunin e Jonin. Porém, Jiraiya é mostrado como um Ninja sem classe. Não se sabe até onde ele chegou antes, mas como ele ganhou título de Sanin, isso pouco importa.
Apesar de ser um guerreiro de inúmeras batalhas, Jiraiya não tinha cicatrizes. Isso só mudou quando Naruto perdeu o controle como Kurama e o atacou, deixando um grande ferimento em seu peito.
FIM
Suas últimas palavras foram um provérbio antigo: 'Um sapo em um poço não conhece o grande oceano', mostrando que muitas vezes, acreditamos que conhecemos tudo, mas é apenas um fragmento da realidade que vivemos.