Por Miguel Oliveira
Em 1992, Na edição #35 da série “O que aconteceria se…“, um discurso do Vigia introduziu o conceito dos chamados “seres nexus”, descritos como “entidades individuais raras com o poder de afetar as probabilidades — e, portanto, o futuro”.
E isso acabou sendo bem explorado em duas séries: a primeira foi WandaVision, que citou, bem por cima, o que era o Nexus. Primeiro apontando que a cidade de Westview era o Nexus de todas as realidades e, depois, indicando que Wanda seria um ser do nexus.
Em Loki, a coisa é mais detalhada, ficamos sabendo que tais seres podem causar eventos nexus, que, em suma, são responsáveis por gerarem alterações na chamada ‘linha temporal sagrada’ defendida pela AVT.
Recentemente, Loki foi encaixada oficialmente entre Vingadores: Ultimato e antes de WandaVision, o que nos mostra que seus eventos são anteriores à série WandaVision. E isso é importante...
afinal, vimos Wanda mexer com a própria realidade, alterando o tempo dentro de uma pequena cidade, criando filhos que desafiavam o próprio envelhecimento e recriando Visão, um ser que foi morto por Thanos durante Vingadores: Guerra Infinita.
Tudo que ela fez será debatido em Doutor Estranho 2: Multiverso da Loucura, onde podemos também encontrar Loki, que passou por várias desventuras.
A posição da série Loki acaba beneficiando e explicando o motivo da AVT não se intrometer no que ocorreu em Westview. Já que a série acaba com o próprio Mobius assistindo a ramificação de realidades e linhas temporais.
Se olharmos o quadro inteiro, as duas séries se encaixam bem e poderemos ter mais peças deste quebra-cabeças se reunindo em breve a partir da participação do Doutor Estranho em Homem-Aranha 3.