Antes de Cary Joji Fukunaga (True Detective) assumir a função de diretor em 007: Sem Tempo Para Morrer, a MGM havia contratado ninguém menos do que Danny Boyle (Trainspotting – Sem Limites) para a despedida de Daniel Craig.
Poucos meses depois, no entanto, Boyle abandonou a produção devido “diferenças criativas”, e agora teve a oportunidade de comentar sobre a situação.
”Me lembro de ter pensado, ‘Devo realmente me envolver em franquias?’ Porque os estúdios não querem algo diferente. Eles querem que você faça algo um pouco diferente, mas não desafiador, e queríamos seguir por essa linha no filme. Seria ambientado nos dias atuais, na Rússia, pois é de onde Bond surgiu, da Guerra Fria. Teríamos detalhes das suas origens. Então, eles simplesmente perderam, qual é a palavra… eles apenas perderam a confiança.”
Disse à Esquire UK.
Curiosamente, um elemento importante da sua versão sobreviveu naquela que chegou às telonas.
“Ainda que de uma maneira diferente, utilizaram a ideia de James Bond como pai. Foi algo que (John Hodge) introduziu, e achei maravilhoso.”
Questionado se teria interesse em trabalhar na franquia, agora que reiniciará com outro ator, Boyle disse simplesmente: ”Acho que não.”
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‘007: Sem Tempo Para Morrer’ arrecadou US$ 774 milhões ao redor do mundo.
Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Seu período de paz é curto, pois seu velho amigo da CIA, Felix Leiter, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado pode ser mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para a trilha de um misterioso vilão armado com uma tecnologia perigosa.






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