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Spider-Man 2, novo game de PlayStation 5, trouxe uma adaptação da Saga do Traje Negro e, é claro, a sua própria versão do Venom. E curiosamente, eles não optaram pela abordagem mais clássica do simbionte, mas sim tudo que foi adicionado nos quadrinhos modernos do personagem, onde descobrimos que os simbiontes são uma raça chamada Klyntar, criada por um deus das trevas.

Muita gente pode ter boiado, afinal é a primeira vez que vemos esse plot sendo utilizado fora dos quadrinhos, em uma outra mídia. Pensando nisso, trazemos hoje um vídeo de 10 fatos sobre os simbiontes do Universo Marvel. De onde eles vieram? Como é o seu planeta? Porque eles tem fraqueza a sons? Vem com a gente para encontrar as respostas para todas essas perguntas.

Necroespada

Embora Venom seja cronologicamente o primeiro simbionte que encontramos nos quadrinhos, ele não é o simbionte mais antigo do Universo Marvel. Essa estimada honra pertence à Necroespada.

Mas antes de falar da espada, precisamos falar de Knull, um deus primordial das trevas. Quando os Celestiais decidiram criar o Universo com a Luz da Criação, Knull se sentiu ameaçado. Então, em desespero, ele criou uma espada negra usando seus poderes de escuridão. Em um acesso de raiva, Knull usou sua espada e decapitou um Celestial. Após isso, Knull usou a cabeça do Celestial como uma forja, onde aperfeiçoou o protótipo de espada, seu primeiro simbionte.

Knull

Pois é, os simbiontes são uma criação de um deus primordial das trevas chamado Knull, que foi banido para o Vazio como punição por ter decapitado um Celestial. Mal sabiam os Celestiais que Knull retira seu poder justamente do Vazio. Lá ele criou seu exército de parasitas, os simbiontes.

Essas criações se espalhariam pelo cosmos possuindo hospedeiros. Knull seria capaz de controlá-los e ver o universo através de seus olhos. Era o plano perfeito até que os Simbiontes decidiram que preferiam se rebelar a servir a um mestre tão maligno. Mas existiu um motivo para eles conseguirem sair de seu controle e pensarem assim… e vamos falar sobre isso daqui a pouco.

De onde vem sua fraqueza

Como sabemos, os simbiontes tem duas fraquezas principais: fogo e sons muito altos. E o motivo disso, vem da Necroespada. Quando a espada estava sendo forjada, Knull diz que sentiu que ela temia as chamas da forja celestial, bem como se irritava com as batidas do martelo na bigorna que a forjava. Esses dois elementos foram passados para todos os simbiontes posteriores, como uma herança.

No entanto, curiosamente, a própria Necroespada não possui essas fraquezas depois que foi forjada. Pelo contrário, é dito nos quadrinhos de Thor que ela foi capaz de apagar um sol inteiro.

Mente Coletiva

Os simbiontes podem se comunicar entre si de maneira semelhante a uma mente coletiva. Isso significa que eles podem compartilhar informações telepaticamente entre si quase instantaneamente a uma grande distância. Da mesma forma, é assim que coletam informações sobre hospedeiros antigos, atuais e potenciais, a fim de determinar a melhor opção para sua própria sobrevivência.

No centro dessa mente coletiva está Knull, que controla cada servo simbionte com um mero pensamento. Como ele é o criador divino dos simbiontes e mestre de sua mente coletiva, ele pode controlar todos eles, mesmo quando está preso e selado. Os Simbiontes que acabarem sendo controlados por Knull terão seus olhos substituídos por espirais vermelhas. Como resultado de uma conexão com seu Deus, muitos simbiontes ganharão habilidades mais novas e poderosas.

Planeta Prisão

Houve uma época em que Knull resolveu atacar a Terra, algo que aconteceu bem no auge da Era Viking. Ele chegou ao planeta com seus dois dragões simbiontes, Grendel e Grande Mãe, mas foi derrotado pelos poderes de Thor, o Deus do Trovão. A luz do ataque de Thor foi responsável por quebrar a mente coletiva das outras criaturas, que perceberam o quanto seu mestre era maligno.

Pela primeira vez, os servos simbiontes tornaram-se sencientes. Depois de serem expostos a conceitos como honra e nobreza devido às memórias de seus hospedeiros anteriores, os simbiontes perceberam o erro de seus caminhos. Como forma de se arrepender de seus crimes, eles criaram um planeta vivo feito de seus próprios corpos, chamado Klyntar. Na linguagem simbionte, Klyntar significa Prisão. A prisão era um labirinto do qual Knull jamais poderia escapar.

Programa Soldado Simbionte

O Grendel que chegou à Terra durante os tempos antigos foi morto e seu cadáver foi enterrado nas profundezas da superfície da Terra. Mas ele ainda tinha algumas habilidades poderosas presas em sua carcaça.

Quando a SHIELD encontrou os restos mortais do Grendel, eles tentaram usar os restos do dragão simbionte para criar progênies simbiontes menores em uma tentativa de criar super soldados. Este projeto foi denominado Programa Soldado Simbionte. Uma vez que Knull compartilhava um vínculo telepático direto com Grendel, cada vez que um soldado era injetado com os restos do simbionte de Grendel, ele ou ela seria levado à loucura por Knull, que tentaria afirmar seu controle sobre os hospedeiros.

O Códice

Reprodução: Marvel

Algo bem claro sobre a natureza parasitária do simbionte é que ele também pode ser removido de um hospedeiro. No entanto, só porque o simbionte se foi, não significa que ele não esteja mais lá. Para cada pessoa a quem um Klyntar se conecta, ele cria um “códice”. Este códice permite que um pedaço do simbionte permaneça para trás e dentro do hospedeiro.

O códice também é usado para coletar dados sobre um antigo hospedeiro e pode até ativar habilidades Klyntar adormecidas. Por exemplo, quando Eddie Brock se tornou o Anti-Venom, ele simplesmente ativou os genes adormecidos do códice. Embora o códice ainda seja difícil de contornar, certamente foi útil para Eddie ao longo dos anos.

Venom é danificado

Reprodução/Marvel Comics

Como a mente coletiva do Klyntar é um conceito relativamente novo, muita gente se perguntou por que o simbionte de Eddie Brock nunca se comunicou com outro Klyntar. A explicação simples foi que o simbionte Venom foi danificado e, conseqüentemente, desconectado da Mente Coletiva.

No entanto, ao ser danificado, o simbionte de Eddie também não conseguiu acessar todo o seu potencial. Recentemente, ele se reconectou com a Mente Coletiva, dando a Venom a habilidade de fazer coisas como voar e se tornar ainda mais forte. Com esta revelação, os limites do poder do próprio Venom são agora incertos, possivelmente tornando-o mais poderoso do que se imaginava.

Assexuados

Embora possa não parecer ser o caso, os Klyntar são, na verdade, uma espécie sem gênero. Quando se ligam a um hospedeiro, contudo, tendem a assumir certas características físicas associadas ao gênero da espécie hospedeira. Além disso, também são assexuados, o que significa que não precisam de companheiro para se reproduzir.

Isso foi visto especialmente com Carnificina, que é um filho de Venom, nascido através de uma semente sua. Mais tarde, Venom ainda foi forçado pela Fundação Vida a criar mais 5 sementes, que são incubadas dando origem a cinco novos simbiontes, seus novos “filhos”. São eles: Motim, Açoitador, Fago, Grito e Agonia.

Dieta

Especialmente nos anos 90, Venom tinha uma dieta bem peculiar: ele adorava devorar cérebros de criminosos. E existe um motivo para isso: Acontece que aquilo que os simbiontes realmente precisam para se alimentar é uma substância específica gerada pelo cérebro, a fenetilamina, um composto que afeta positivamente o humor e de que o simbionte precisa para viver – afinal, ele não consegue produzir a quantidade de que precisa sozinho.

No entanto, não é sempre que ele tem criminosos para devorar, então um elemento dos quadrinhos dos anos 90 ajudou a aliviar essa fome por cérebros: o chocolate.Pois é, o chocolate também é um alimento rico em fenetilamina, o que automaticamente o torna um substituto para os cérebros. Sim, simbiontes tem uma dieta estranha.

Sou o Fundador do site Ovicio, Overplay e Muramasa. Fui idealizador e Game Designer do jogo Vencedor da DemoNight no BIG Festival 2014, o Jotunheim Project. Escolhido como Jurado do Anime Awards em 2024 e 2025. Amo games, sou fã de God of War, Dragon Quest, Fire Emblem, The Legend of Zelda e Pokémon. Coleciono livros, quadrinhos e guitarras.