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Em 2018, o renascimento de God of War arrebatou os jogadores. O game revitalizou com sucesso uma franquia adormecida, ofereceu uma nova visão para um personagem icônico, construiu um sistema de jogo que era totalmente único em relação ao que a série já havia apresentado e introduziu um novo mundo riquíssimo para ser explorado, dessa vez dentro da Mitologia Nórdica.

O sucesso foi tão grande que a Sony já anunciou que a sequência, que deve se chamar God of War Ragnarok, chegará ainda esse ano. O hype é real, e a sequência precisa suprir expectativas e entregar tudo que os fãs esperam? Mas… o que os fãs esperam?

Aqui nesse vídeo do Overplay, falamos pelo menos sobre o que nós esperamos ver. Coisas que, em nossa opinião, precisam estar no game.


5 – Atreus como um guerreiro

Além de ser um grande retorno para Kratos, o God of War de 2018 funcionou como um rito de passagem para seu filho, Atreus. O semideus vai se descobrindo e se desenvolvendo por meio da narrativa. Ele aprende a lutar, sobreviver, aceitar quem é e entender o peso disso.

É lógico que o próximo jogo continuará a progressão de Atreus até a maturidade. As habilidades que ele adquiriu sem dúvida o tornaram um lutador bem melhor, e queremos ver isso na prática. No entanto, sua riqueza de conhecimento, bem como a humildade que Kratos enfatizou, faria de Atreus uma força a ser reconhecida e, quem sabe, um novo protagonista para a série God of War no futuro.


4 – Mais Deuses

Esse aqui é bem óbvio. O último jogo mudou da mitologia grega para a nórdica, fazendo os jogadores sentirem que estavam entrando em uma saga épica Viking própria. Apesar disso, o jogo foi bastante conservador em quanto dessa mitologia iria entregar aos jogadores. Kratos e Atreus encontraram apenas um punhado de deuses nórdicos, com Baldur sendo o mais proeminente e a maior ameaça.

A expectativa natural é expandir a lista de Aesir e outros deuses. Isso não significa necessariamente todos eles, mas Ragnarok deve permitir que o público veja mais da dinâmica familiar distorcida e da hierarquia em torno de Odin e seus filhos.


3 – A trama de Freya

Uma das tramas para uma exploração mais profunda é a de Freya. É verdade que ela jurou vingança contra Kratos e Atreus por matar seu filho, Baldur, mas ela também reconheceu os erros que cometeu como mãe, percebendo que eles se originavam parcialmente de seu próprio medo. Como esse desenvolvimento afetará sua jornada adiante?

Além disso, o conflito inevitável com Odin e os outros deuses Aesir seria mais do que justificável para sua presença, seja como uma amiga, inimiga ou parte neutra. Afinal, ela é um deles.


2 – Combate mais fluido

Embora as icônicas Lâminas do Caos de Kratos estivessem presentes, o novo God of War colocou uma ênfase muito maior no Machado de Leviatã. O sistema de combate resultante era menos sobre o espetáculo hack-and-slash dos jogos antigos e mais sobre estratégia de curta distância. Mais do que qualquer um dos games anteriores, baseava-se na pontaria, no tempo e na consciência constante dos arredores. Funcionou, mas algumas melhorias ajudariam muito.

Tornar o ato de trocar de armas mais fluido para que os jogadores possam encadear-as perfeitamente em combos. Puxar a câmera um pouco para trás para que os jogadores possam ver o que está atrás deles. Pequenos ajustes e expansões criariam um sistema que é igualmente intuitivo, desafiador e viciante. Os desenvolvedores já possuem uma base sólida. Construir sobre isso deve render algo ainda melhor. Ok, pode parecer que eu estou querendo apenas que o combate seja mais soulslike e… tá, é isso.


1 – Explorar mais Reinos

Os mitos nórdicos descrevem nove reinos existentes. God of War, no entanto, deu aos jogadores somente alguns poucos para explorar. Um deles também estava no final da história, enquanto outro era uma área bônus. A maior parte do tempo foi gasto em Midgard, o reino que chamamos de Terra. Os jogadores podiam ver os outros reinos na sala de viagens da Árvore do Mundo, mas eles estavam intencionalmente bloqueados.

Continuando com o espírito de expandir seus horizontes, Kratos e Atreus poderiam visitar esses outros reinos no futuro. Isso pode ser uma viagem intencional ou simplesmente em algum lugar que eles acabem durante a guerra com os deuses. Seja qual for o caso, essas terras estão implorando para serem exploradas. E que sejam reinos com importância e com conteúdo, e não apenas para uma série de desafios como foi feito com Muspelheim.