
A Netflix está tendo bastante problemas com controvérsias relacionadas aos elencos de suas produções. No início deste mês fãs criticaram a escolha de Finn Jones estrelando o protagonista Danny Rand em Punho de Ferro. Enquanto o personagem é canonicamente branco nos quadrinhos, muitos fãs queriam que Danny fosse asiático na série, dadas as raízes orientais do herói. Com a escolha do ator branco, estes fãs alegaram que a série promoveu apropriação cultural, gerando polêmicas. E agora, outra produção está recebendo críticas de internautas.
Hoje, o primeiro teaser da adaptação em live action de Death Note foi divulgado (confira aqui), e já tem gerado controvérsias. As reclamações têm ocorrido pelo fato dos personagens serem originalmente japoneses no mangá/anime, e terem sido “ocidentalizados” no filme.
No entanto, parece que Lakeith Stanfield não está muito preocupado com essas críticas. Coincidência ou não, o ator, que interpretará L no filme, postou hoje mais cedo em seu twitter reclamando que as atuais críticas por trocas de etnias estão um saco.
O tweet foi apagado por ele, provavelmente para evitar mais polêmicas, mas tudo indica que ele se referia aos críticos de escolhas de elenco.
A direção de Death Note fica a cargo de Adam Wingard (The Guest; Você é o Próximo), adaptando o mangá de sucesso de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata que conta a história de Light Yagami, um estudante do ensino médio que descobre um caderno sobrenatural que dá ao proprietário o poder de matar qualquer um simplesmente escrevendo seu nome nas páginas. Light pretende então limpar o mundo do mal, e acaba entrando em rota de colisão com o enigmático e misterioso detetive “L”.
Nat Wolff (Cidades de Papel) irá estrelar a adaptação como Light, que deve ser renomeado para a versão americana. Margaret Qualley não teve seu papel revelado, mas presume-se que dá vida à personagem Misa Amane, uma modelo que se une à causa de Light.
Estreando em 2003 no Japão, o mangá Death Note se tornou um fenômeno mundial, inspirando uma série de anime e três filmes live-action japoneses. O mangá foi finalizado em 2006, contendo 13 volume e alcançando a marca de mais 30 milhões de cópias em circulação.
A versão americana originalmente estava em desenvolvimento pela Warner Bros., mas a Netflix adquiriu o projeto em abril, após os direitos terem expirado.




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