
Os produtores da nova série animada da Netflix, O Príncipe Dragão, tem prestado atenção ao feedback dos espectadores da primeira temporada e podem alterar o estilo de animação.
Aaron Ehasz e Justin Richmond estão cientes que a reduzida taxa de frames da série tem sido uma fonte comum de críticas, e podem adotar um estilo de animação mais tradicional para futuros episódios.
“Acho que há muito feedback válido sobre a animação. Você tem muitas pessoas respondendo ao design dos personagens, aos cenários e ao mundo maravilhoso, o storyboard cinematográfico que nosso grande diretor Giancarlo Volpe e sua equipe trouxeram. E então você tem as pessoas respondendo sobre algumas decisões da taxa de frames.”
Com uma mistura de animação em CGI e Cel Shading, a nova série reduziu intencionalmente a taxa de frames para tornar a combinação dos estilos de animação mais real para os espectadores. O que acabou não agradando.
“No futuro, se e quando fizermos mais episódios, não vamos ser capazes de mudar muito como nós fizemos isso, mas nós definitivamente vamos prestar mais atenção em algumas cenas específicas. Como podemos tornar isso mais fluído? Podemos exceder expectativas que foram definidas? Estamos definitivamente ouvindo, e se tivermos a oportunidade, vamos trabalhar para melhorar, dentro de todos os limites possíveis.”
O Príncipe Dragão, é a nova série animada de Aaron Ehasz, roteirista de Avatar: A Lenda de Aang, e Justin Richmond, co-diretor de Uncharted 3: Drake’s Deception.
A trama acompanha a história de dois príncipes humanos que criam uma aliança improvável com uma elfa assassino, ordenada a matar ambos. Eles então partem em uma jornada para trazer paz às suas terras.




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