Atenção: Contém spoilers da trama de “The Last of Us Part II”
Apesar de contar com enormes áreas exploráveis, The Last of Us Part II é essencialmente um game linear, assim como seu antecessor. Porém, em determinado ponto no início do processo criativo, ele chegou a ser pensado como um game de mundo aberto. Foi o que o diretor do projeto, Neil Druckmann, revelou em entrevista ao IGN.
“O jogo inicialmente seria em mundo aberto. E você passaria um bom tempo em Jackson.”
Jackson, Wyoming, é o primeiro local importante da sequência, sendo a comunidade onde Ellie e Joel se estabeleceram após os eventos do game original. A comunidade parece extremamente interessante e viva, mas infelizmente não podemos explorá-la no game.
Esse tempo a mais em Jackson também alteraria a maneira como Abby, a segunda protagonista jogável, seria introduzida. E foi quando Druckmann percebeu que a ideia não daria certo.
“Abby se juntaria à comunidade e você jogaria com essa nova personagem até ela trair Joel mais tarde. Mas isso não funcionava, porque a morte de Joel é o incidente que incita a trama, e você precisa chega nesse incidente o mais rápido possível.”
The Last of Us Part II está disponível no PlayStation 4.
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‘Cinco anos depois de sua perigosa jornada através dos EUA pós-pandêmico, Ellie e Joel se estabeleceram em Jackson, Wyoming. Viver em uma comunidade de sobreviventes, permitiu que eles tivessem paz e estabilidade, apesar da ameaça constante de infectados e sobreviventes desesperados. Quando um evento violento acaba com a paz, Ellie embarca em uma jornada para buscar justiça e encontrar um encerramento. Enquanto ela caça todos os responsáveis, ela é confrontada pelas repercussões físicas e emocionais de suas ações.






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