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Joel Kinnaman admitiu durante entrevista ao The Playlist que várias decisões equivocadas foram feitas no desenvolvimento de ‘RoboCop‘. O filme dirigido por José Padilha ficou muito abaixo das expectativas, e uma das principais críticas estava relacionada à classificação indicativa PG-13.

“RoboCop foi meu primeiro grande filme. Tive que confiar nos meus instintos para praticamente tudo naquele período. Quer dizer, houve um momento que pensei, ‘Por que estou usando essa roupa preta? Não faz nenhum sentido.’ “

Declarou.

“A primeira entrevista que dei na época, logo depois de conseguir o papel, alguém perguntou, ‘Terá classificação indicativa +18?’ E eu respondi, ‘É óbvio! Apenas um idiota faria ‘RoboCop’ no PG-13.’ No dia seguinte, acordei e tinha 47 chamadas perdidas no meu celular.”

Kinnaman, inclusive, não se exclui do grupo de “culpados” pelo fracasso.

Sinto que esse novo filme não levou em consideração tudo aquilo que o público amou no original. E você precisa prestar homenagem para isso de alguma forma. Todos os envolvidos no projeto, incluindo eu, não conseguimos entender como fazer isso do jeito certo.”

Vale lembrar que já existe outro filme em desenvolvimento, intitulado ‘RoboCop Returns’, servindo como sequência direta do clássico de 1987, ignorando todas as produções posteriores.

RoboCop Returns terá censura +18 e contará com os escritores do original de 1987, Ed Neumeier e Michael Miner como produtores, enquanto Justin Rhodes trabalha em cima do roteiro que Neumeier e Miner escreveram anos atrás para um filme que nunca aconteceu.

Abe Forsythe (Pequenos Monstros) é o diretor.

Redator do O Vício. Bruno Gomes é especializado em cultura pop, com mais de 10 anos de experiência cobrindo filmes, séries e franquias de sucesso. Apaixonado por filmes de ação, acompanha todas as novidades do multiverso em tempo real.


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