Em 1995, chegava ao SNES o game Tactics Ogre: Let Us Cling Together – um game que marcou época e serviu para muitos se apaixonarem pelos RPGs táticos. O game foi um baita sucesso, vendendo mais de 500 mil unidades apenas no Japão (onde foi lançado dois anos antes) e todos os seus ports e lançamentos no ocidente também venderam bem e trouxeram muitos reviews positivos.
O sucesso foi tão grande que ele foi lançado para Sega Saturn e também para o primeiro PlayStation. Em 2010, tivemos até um remake lançado para PSP. Mas, agora, um novo remake foi desenvolvido, desta vez, se inspirando na edição de 2010, trazendo novos gráficos e sons com um game design mais afiado.
O lançamento ocorrerá apenas no dia 11 de novembro, mas a Square nos permitiu jogar com antecedência e antes mesmo de termos o review completo, trouxemos aqui as primeiras impressões do game.

O primeiro ponto perceptível é que a Square preferiu usar um pixel art ao invés do HD-2D que tem usado em diferentes lançamentos (algo pelo qual sou apaixonado). O jogo também trouxe uma interface de batalha e imagens dos personagens muito mais nítidas (em comparação à versão original).
Mas como funciona? Bem, RPGs táticos são bem comuns hoje em dia, talvez a maioria conheça os games como XCOM – Mas existem belos exemplos como próprio Triangle Strategy, Final Fantasy Tactics e também Fire Emblem da Nintendo. A batalha ocorre em um mapa isométrico que é cheio de quadradinhos, funcionando como uma espécie de tabuleiro de xadrez, onde você deve mover os personagens como peças em campo.
Para melhorar suas chances de vitória e dominar o terreno, o ideal é criar uma equipe equilibrada e que consiga jogar bem em diferentes situações. Para isso, é preciso equipar todos com feitiços, habilidades e itens que podem fazer a diferença entre o sucesso e a falha total.

Em Tactics Ogre Reborn, você tem a capacidade de upar cada uma de suas unidades de forma individual. E, ao longo da jornada, você acaba se apegando a cada um dos personagens presentes na sua equipe.
Uma vantagem? Você pode trocar as classes dos personagens a qualquer momento, mantendo a experiência que ele já possui. Isso diminui o grind e gera uma flexibilidade muito grande para sua estratégia, afinal, os personagens podem trocar de papel e você pode criar equipes mais ofensivas ou defensivas sem muito trabalho.
E se você pensa que tudo se trata apenas de batalha, está bem enganado: Tactics Ogre: Reborn também possui uma história interessante e eu tenho tenho muito para falar sobre ele antes do lançamento. Então, volte aqui para ver o review completo!





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