Daniel Craig encerrou sua jornada como James Bond após cinco filmes, e apesar da inconstância na qualidade de cada um, ficou marcado como um dos melhores intérpretes do icônico agente secreto.
Ao mesmo tempo, a decisão de sacrificá-lo em 007: Sem Tempo Para Morrer gerou muita polêmica.
Durante entrevista ao Los Angeles Times, Craig explicou por que defendeu essa ideia, tanto pessoalmente quanto para a franquia em si.
“Duas coisas, uma para mim e outra para a franquia. Me lembro de ter pensado, ‘Bem, vocês vão precisar redefinir (esse papel) novamente’. Vamos matá-lo aqui e depois encontrem outro Bond, com outra história. Escolham com alguém de 23 anos, 25 anos, ou 30 anos.”
Explicou.
“A outra foi para que eu pudesse seguir em frente. Eu não poderia voltar. Suponho que eu teria muita sorte se me pedissem isso, mas eu precisava seguir em frente. O sacrifício que Bond faz no filme foi por amor, e não há sacrifício maior. Então, parecia uma coisa boa para fechar essa história.”
Sabemos que os líderes da EON Productions planejam uma reinvenção do agente secreto, e por isso alguns supostos candidatos acabaram descartados, incluindo Tom Hardy (Venom), Sam Heughan (Outlander) e Idris Elba (A Fera).
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007: Sem Tempo Para Morrer, que serviu como despedida de Daniel Craig, se tornou um dos principais sucessos do período da crise mundial de saúde, arrecadando US$ 774 milhões.
Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Seu período de paz é curto, pois seu velho amigo da CIA, Felix Leiter, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado pode ser mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para a trilha de um misterioso vilão armado com uma tecnologia perigosa.






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