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O produtor de Final Fantasy XVI, Naoki Yoshida, revelou em entrevista recente que a franquia pode encerrar as sequências numeradas a partir dos próximos jogos.

Em entrevista à GQ Magazine, Yoshida afirmou que já discutiu internamente na Square Enix a ideia de abandonar as numerações na série. O produtor afirmou que um número grande à frente do título do jogo pode assustar os fãs desavisados, que poderiam pensar que seria necessário jogar os 15 jogos anteriores para se entender a narrativa.

Confira o que Naoki Yoshida declarou abaixo:

“Na verdade, isso é algo que discuti com meus superiores. Talvez seja hora de removermos os números do título”, disse Yoshida. “Por exemplo, você tem Final Fantasy XIV. Você recebe um novo jogador e pensa, ‘Espere um minuto, por que eu tenho que jogar o Final Fantasy XIV se o XVI já foi lançado?’ Por que não o chamamos apenas de Final Fantasy Online – apenas elimine o número completamente, e isso tornará mais fácil de entender. Se Final Fantasy XVII ou Final Fantasy XVIII deve ter um número ou não – essa decisão será de quem irá desenvolver os jogos, ou de quem está à frente da marca, então isso é problema deles, não nosso!”

Leia mais sobre Final Fantasy XVI:

Final Fantasy XVI está agendado para 22 de junho, sendo um exclusivo temporário do PlayStation 5.

Do que se trata esse jogo?

Final Fantasy XVI é situado em Valisthea, uma região repleta de montanhas de cristais cintilantes que se elevam sobre os reinos ao redor delas, abençoando-os com éter. Há gerações, as pessoas se dirigem a esses pontos para se beneficiarem de suas bênçãos, usando o éter para conjurar magias que lhes permitam viver no conforto e na fartura. Grandes poderes cresceram ao redor de cada Cristal-Máter, e uma paz instável reina há muito tempo entre eles. No entanto, agora que a disseminação da Praga ameaça destruir seus domínios, essa paz corre perigo.

Os Eikons são as criaturas mais poderosas e letais de Valisthea. Cada um reside dentro de um Dominante, um homem ou mulher abençoado com a habilidade de conjurar seus poderes devastadores. Em algumas nações, os Dominantes são tratados como realeza em admiração a essa força; em outras, são contidos pelo medo e forçados a servir como armas de guerra. Os que nascem como Dominantes não podem escapar ao destino — por mais cruel que ele seja.

Acompanhamos a jornada de Clive, filho primogênito do arquiduque de Rosaria, em uma jornada expandida por trinta anos. Esperava-se que ele herdasse as chamas de Fênix e despertasse como seu Dominante, mas o destino escolheu Joshua, seu irmão mais novo, para carregar esse fardo.

Em busca de um propósito, Clive se dedica a dominar a espada, mas sua carreira tem um fim trágico nas mãos de Ifrit, um misterioso Eikon das Trevas, que o coloca em um caminho perigoso rumo à vingança.



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