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Em entrevista com a Variety, o compositor Lorne Balfe explicou a “reinvenção” que realizou na trilha sonora de Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1.

“Você vê um lado diferente de Ethan. Você vê alguém que é protetor e que é movido por coisas diferentes, e a emoção vem daí. Eu abracei isso. É parte do DNA do filme. Está conectado ao tema de Ethan e ao tema de abertura.”

“Eu reinventei o que já existia. O público ainda pode se conectar, mas toca de uma maneira diferente. Eu queria ser sincero sobre o que estávamos vendo, e também queria envolver a comunidade local. Quando fomos a Viena, encontramos os músicos locais de lá. Eles são bateristas militares, e eu senti como se tivesse encontrado a peça que faltava para o DNA da trilha sonora. Eu os envolvi na trilha sonora onde ela se torna rítmica e percussiva. O tamanho da orquestra não importa, é como você a usa.”

Leia mais sobre Missão Impossível:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 está agendado para 12 de julho no Brasil.

Além de Tom Cruise, outros integrantes do elenco principal incluem Hayley AtwellPom KlementieffVanessa KirbyEsai MoralesRebecca FergusonSimon Pegg e Ving Rhames.

Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em sua missão mais perigosa até agora: rastrear uma nova arma que ameaça toda a humanidade, antes que caia nas mãos erradas. Com o controle do futuro e o destino do mundo em jogo, e as forças sombrias do passado de Ethan se aproximando, uma corrida mortal se inicia.

Confrontado por um inimigo misterioso e poderoso, Ethan é forçado a considerar que nada pode importar mais do que sua missão – nem mesmo a vida daqueles com quem ele mais se importa.

Do que se trata a produção?

Estima-se que seu orçamento tenha superado US$ 290 milhões, algo muito acima do planejado originalmente. O mais impressionante é que já estão sendo descontados os incentivos fiscais substanciais que a produção foi capaz de alavancar para controlar os custos.

Para efeito de comparação, Missão: Impossível — Efeito Fallout, de 2018, custou US$ 190 milhões.‎

Ao todo, foram sete paralisações, e um início muito turbulento na Itália, um dos países mais afetados pela crise de saúde na Europa.



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