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De todos os sites agregadores de críticas, o Rotten Tomatoes sem dúvidas é o mais conhecido. Porém, talvez o mesmo não possa ser dito sobre sua integridade.

Um relatório da Vulture surgiu mais cedo, fazendo uma grave acusação de manipulação de críticas para o site.

Segundo o relatório, uma empresa de PR (Relações Públicas), chamada Bunker 15, teria manipulado aprovações de filmes no Rotten, pagando a críticos por avaliações positivas para a plataforma.

Atualmente com 62% de aprovação, Ophelia (2018), de Claire McCarthy, teria sido o principal beneficiado com a manipulação. O filme abriu com 46% na época do lançamento e viu um grande crescimento logo depois.

Ainda de acordo com o relatório, a Bunker 15 estaria abordando críticos menos conhecidos para oferecer valores financeiros, na tentativa de melhorar as avaliações dos filmes de seus clientes no Rotten Tomatoes.

Um porta-voz da Bunker 15 negou as acusações, após a empresa ser procurada pela Vulture.

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Fundando em 1998, o Rotten Tomatoes separa filmes em três categorias principais. Sendo elas: Certificado Fresh, Fresh e Rotten.

Rotten são os “tomates podres“, que ficam com uma porcentagem de aprovação entre 0 e 59%.

Fresh são os “tomates frescos“, que ficam com uma porcentagem de aprovação entre 60 e 70%;

Por fim, o Certificado Fresh é dado apenas para filmes que superam a marca de 75% com ao menos 80 avaliações de críticos, sendo 5 delas de “Top Critics“.

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.


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