Após 5 meses de greve, a WGA chegou a um acordo em Hollywood e em uma mensagem a seus membros, a organização diz que o acordo foi excepcional. Embora os detalhes ainda não estejam disponíveis:
“O que resta fazer agora é ter certeza de que tudo que concordamos esteja no contrato final. E embora estejamos ansiosos para compartilhar os detalhes do que foi obtido para vocês, não podemos fazer até que o último ponto seja colocado no i. Fazer isso complicaria nossa habilidade de acabar o trabalho. Então, vocês precisam ser ainda mais pacientes, uma última vez”
A liderança também aponta que a greve ainda não acabou, já que estão esperando o contrato ser aprovado pelos seus membros.
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O principal motivo por trás da greve é o desejo por melhores salários e pagamento residual nos projetos de streaming.
Além da WGA, o SAG-AFTRA (sindicato dos atores dos EUA) também está em greve, pedindo por salários e benefícios melhores, e uma estrutura justa de pagamento residual que reflita o valor da contribuição dos atores nas produções, levando em conta o crescimento do alcance dos serviços de streaming.
Outra preocupação de ambos sindicatos é relacionada à Inteligência Artificial. Existe o temor de que os atores possam acabar perdendo não só seus empregos, mas também o controle da própria imagem por conta da tecnologia.
Quanto aos roteiristas, há uma grande resistência à ideia de que estúdios usem roteiros gerados por I.A. como guia para produções de cinema e TV. Membros da WGA até aceitam usar a tecnologia como ferramenta, mas não como criadora de rascunhos.






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