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Antes de James Mangold entrar para o projeto de Indiana Jones e a Relíquia do Destino (2023), a Disney chegou a considerar incluir “fantasmas e aparições” na história, quando viagem no tempo ainda não era uma opção criativa.

A revelação aconteceu por parte do próprio diretor, que disse para o Gizmodo que as versões do roteiro escritas antes de ele chegar, tinham a mesma estrutura narrativa de Os Caçadores da Arca Perdida (1981), incluindo a ideia dos fantasmas.

Na entrevista, Mangold disse ter se sentido incomodado com o fato de o filme ser um “repeteco” e, a partir daí, teve a ideia de fazer algo diferente envolvendo a viagem no tempo.

“Quando eu entrei no filme, eles estavam testando um monte de coisas diferentes, que eram basicamente um ‘repeteco’ de tudo que tinha acontecido no primeiro filme. Tinha apenas mais fantasmas e aparições, e eu senti que estava apenas assistindo ao primeiro filme novamente,” disse Mangold.

“Acredito que o que Steven [Spielberg], George [Lucas], Larry Kasdan e David Koepp fizeram para ter sucesso nos outros filmes, foi continuar explorando aspectos diferentes da história e da metafísica, e não repetindo sempre a mesma coisa. De certa forma, eu não queria fazer outra Estrela da Morte,” completou o diretor.

Importante notar que, quando cita que não queria fazer “Outra Estrela da Morte“, Mangold parece se referir a Star Wars: O Despertar da Força (2015), filme também produzido pela Lucasfilm, que repete a estrutura narrativa de Uma Nova Esperança (1977).

Leia mais sobre Indiana Jones:

Com James Mangold (Logan) na direção, Indiana Jones e A Relíquia do Destino (2023) está disponível no catálogo do Disney+.

O filme é situado no auge da corrida espacial, com Indy (Harrison Ford) mais uma vez enfrentando nazistas, desta vez comandados por Voller, vilão interpretado por ‎‎Mads Mikkelsen.

Fonte: Gizmodo



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