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Desenvolvido como uma tentativa da Warner Bros. Pictures de espelhar o sucesso do universo compartilhado da Marvel nos cinemas, o DCEU não deu certo e não atoa será encerrado em Aquaman 2: O Reino Perdido (2023).
Tendo relação direta com a decisão de acabar com o universo compartilhado antigo, James Gunn se abriu em sua conta no Threads sobre o que ele acredita ter dado de tão errado.
Para o Co-CEO da DC Studios, o fato de o DCEU não possuir consistência entre seus filmes e séries, fez o público se afastar das produções e, esse afastamento resultou no fracasso do universo.
“Um dos problemas com o conteúdo do DCEU no passado era que não havia consistência real no próprio universo. Nunca disse que todo o conteúdo animado e de jogos estaria no DCU. Eu disse (e ainda digo) que a MAIORIA das coisas da TV e do cinema estarão no DCU, enquanto algumas histórias ocasionais vão para o selo Elseworlds (como o Batman de Matt Reeves), mas estas terão que ser excepcionais. Nunca mencionei serviços de streaming, mas gosto de ver mais pessoas assistindo histórias da DC,” escreveu Gunn.
“Além disso, havia muitos live-actions acontecendo e as pessoas não tinham clareza do que estava conectado com o quê, porque havia muita coisa não rotulada. Duvido que alguém se pergunte por que Robert Pattinson não está em O Natal do Pequeno Batman,” completou o chefe do estúdio, falando sobre atores não reprisarem seus papéis em todos os projetos animados.
Filme que dará fim ao DCEU, Aquaman 2: O Reino Perdido chega aos cinemas em 20 de dezembro.
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James Gunn e Peter Safran possuem contratos com a DC Studios até 2026 e são responsáveis por supervisionar os esforços de cinema, TV e animação na divisão da Warner Bros. Discovery.
Gunn se concentra no lado criativo, enquanto Safran é responsável pela área de negociações comerciais.
A DC Studios atua de forma independente, semelhante a como a Marvel Studios desenvolve seus projetos na Walt Disney Company.
Gunn e Safran se reportam diretamente a David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, em estreita colaboração com Michael De Luca e a outra chefe cinematográfica da companhia, Pamela Abdy.
Fonte: ScreenRant






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