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Swen Vincke, o diretor de Baldur’s Gate 3, revelou em entrevista recente que apoia a utilização de IA generativa na produção de jogos.
Em entrevista à IGN, Vincke destaca que a tecnologia pode contribuir para a produção de jogos, no entanto a tecnologia generativa não é capaz de substituir a criatividade humana.
“A IA é um assunto muito amplo. Então, o que está sob crítica é a IA generativa, mas há um monte de outras coisas em que você realmente quer envolver a IA em seu processo. Portanto, minha posição em relação à IA é realmente direta”, afirmou Vincke.
“É uma ferramenta que usamos para nos ajudar a fazer as coisas com mais rapidez. Temos tanto trabalho que ficamos felizes em receber ajuda de qualquer coisa. Acho que isso nunca substituirá o lado criativo das coisas e posso apostar nisso.”
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Baldur’s Gate 3 é dos mesmos criadores de Divinity: Original Sin II, sendo ambientado no mundo de Dungeons and Dragons.
De acordo com a descrição, os jogadores devem “reunir seu grupo e retornar aos Reinos Esquecidos em uma história de comunhão e traição, sacrifício e sobrevivência, e a atração do poder absoluto. Habilidades misteriosas estão despertando dentro de você, extraídas de um parasita Mind Flayer plantado em seu cérebro. Resista e volte a escuridão contra si mesmo. Ou aceite a corrupção e torne-se o mal supremo.”
Fonte: IGN.






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