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Alex Garland, o diretor de Guerra Civil, explicou em entrevista recente a improvável aliança entre os estados de Texas e Califórnia no mundo do filme.

Em entrevista realizada em uma exibição do filme, Garland explicou um pouco do desenvolvimento do mundo distópico do filme, detalhando como dois estados aparentemente tão distintos acabaram unindo forças.

“[Foi] em parte para contornar uma espécie de posição reflexiva e polarizadora em que as pessoas podem cair, isso é uma coisa, mas na verdade não é o principal”, afirmou o diretor. “O principal tem a ver com a forma como o presidente é apresentado e o que se pode inferir disso.”

“Então o que está sendo dito é que dois estados que têm uma posição política diferente disseram: ‘Nossa diferença política é menos importante do que isso.’ E então o contraponto é que se você não consegue conceber isso, o que você está dizendo é que sua posição política polarizada seria mais importante do que um presidente fascista. O que, quando você coloca dessa forma, eu diria que é uma loucura. 

“Essa é uma posição insana de se manter. Então é uma espécie de comentário oblíquo e acho que é assim que o filme funciona em geral. Não explicando essas coisas, mas também não evitando elas.”

Guerra Civil chegará aos cinemas brasileiros em 18 de abril.

Leia mais sobre Guerra Civil:

Trata-se da despedida de Alex Garland na função de diretor.

O elenco principal traz Kirsten Dunst (Homem-Aranha), Wagner Moura (Tropa de Elite), Cailee Spaeny (Priscilla), Stephen McKinley Henderson (Duna), Jesse Plemons (Noite de Jogo) e Nick Offerman (The Last of Us).

“Uma corrida para a Casa Branca em uma América de um futuro próximo equilibrada em situações conflitantes”, diz a sinopse do thriller de ação.

FonteScreen Rant.



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