Comentários

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

A animadora Terumi Nishii, conhecida por seu trabalho em JoJo’s Bizarre Adventure, criticou o uso de IA (inteligência artificial) na indústria de animação japonesa.

“Eu acredito que a animação japonesa é uma forma de arte abrangente criada por artistas individuais. É claro que o sucesso comercial é importante, mas as empresas de IA nem sequer tentam conhecer profundamente a animação, pensando apenas em como podem ganhar dinheiro com isso.”, publicou Nishii nas redes sociais.

Ela foi animadora-chefe em Diamond Is Unbreakable, Parte 4 do mangá de Hirohiko Araki, que foi adaptada na 3ª temporada do anime.

A artista também já trabalhou em outros animes de sucesso como Samurai X (Rurouni Kenshin), Jujutsu Kaisen e Saint Seiya: Os Cavaleiros do Zodíaco

Leia também sobre JoJo’s Bizarre Adventure:

JoJo no Kimyō na Bōken é escrito e ilustrado por Hirohiko Araki, publicado pela Shueisha através da revista Weekly Shōnen Jump entre 1987 e 2004, e a partir de 2004 na Ultra Jump. Trata-se do segundo mangá mais longo da Shonen Jump, com 127 volumes (apenas atrás de Kochi-Kame, concluído com 200 volumes) e ainda está em produção.

Sabemos que a história é focada na família Joestar e suas lutas contra forças sobrenaturais. Ele é divido em 9 partes, e em cada uma há o mais recente primogênito dos Joestar, por via de regra apelidado de JoJo, fadado a seguir as tradições de sua família, “cumprindo com o seu destino” ao participar ativamente em combate a tal presença mística e derivados que assombram a sua família há séculos.

Fonte: Terumi Nishii



Comentários