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John Cena (Pacificador) enfim se pronunciou sobre a polêmica situação de Coiote vs Acme, filme que teve seu lançamento cancelado pela Warner Bros. Pictures, em uma tentativa de economizar impostos.
Plataformas de streaming como Netflix, Prime Video e Paramount+ fizeram ofertas ao estúdio para comprá-lo, mas não houve acordo.
“Tem muita coisa envolvida. E a perspectiva de cada um é diferente. Nós não somos donos do filme. Essa é a parte difícil desse negócio, você tem um senso de propriedade porque investe coração e alma”, disse ao TheWrap. “Nosso diretor, Dave Green, e todos os envolvidos, fizeram aquilo que pensamos ser um bom filme”.
O ator apontou que as exibições preliminares ao público também foram positivas, mas quando chega a hora da verdade, “se trata do negócio do cinema”, e que entende e respeita o “caminho comercial” de descartá-lo.
“Eu teria gostado de vê-lo tendo uma chance. Mas, sou apenas uma pessoa. E se foi engavetado, preciso acreditar que aconteceu pelas razões certas, que foi uma boa decisão de negócios. Acho que teria um enorme arrependimento e vergonha se olhasse para trás ao legado do filme e tivesse sido engavetado por outros motivos.”
“Então, tenho que acreditar no processo. E eu amo esse filme, meu coração e alma estão nele, mas é o projeto de outra pessoa para fazer o que quiserem com ele, e escolheram de acordo,” concluiu.
James Gunn, atual co-CEO da DC Studios, receberia créditos como produtor e no argumento.
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Na trama, acompanharíamos Willy Coiote confrontando a Corporação Acme, levando a empresa ao tribunal com alegações de produtos defeituosos, sendo representado por um advogado humano (Cena). No processo, esse personagem enfrentará seu ex-chefe de escritório de advocacia.
Fonte: TheWrap






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