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Os fãs de Star Wars foram surpreendidos com a aparição de Tarkin em Rogue One (2016), e agora quem está sendo surpreendida é a Disney, mas não positivamente. O estúdio está recebendo um processo envolvendo o uso da imagem de Peter Cushing no filme.
Quando Rogue One (2016) foi lançado, Cushing estava morto há 22 anos. Para tornar a participação especial possível, a Lucasfilm optou por usar imagens dele nos filmes originais em um processo de manipulação de CGI.
Agora, a Tyburn Film Productions, empresa tocada por um dos amigos mais antigos de Cushing, afirma que tinha um acordo com o ator que dava o poder de veto sobre a recriação da sua imagem em Rogue One (2016).
A Tyburn, que alega ter sido a dona da imagem do ator durante a produção do longa da Lucasfilm, diz ter firmado o acordo para usar a aparência de Cushing em um filme para TV que jamais foi feito.
Com documentos em mãos, a Tyburn Film Productions deu entrada a um processo contra a Disney e a Lucasfilm.
A Disney tentou se defender antes do caso ir aos tribunais, alegando que a Lucasfilm tinha direito de usar as imagens de Peter Cushing da trilogia original. A defesa, no entanto, não foi aceita e o caso vai para a justiça.
Agora, resta esperar pelo desfecho dessa novela, que promete ter capítulos longos.
Rogue One: Uma História Star Wars recebeu muitos elogios de crítica e público, tendo arrecadado US$ 1 bilhão ao redor do mundo. Na temporada de premiações, conseguiu duas indicações ao Oscar.
O filme, vale ressaltar, está disponível no catálogo do Disney+.
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Rogue One se passa entre A Vingança dos Sith (2005) e Uma Nova Esperança (1977), sendo focado em um grupo de combatentes da Aliança Rebelde se unindo para a ousada missão de roubar os planos da Estrela da Morte.
Fonte: Telegraph






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