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Após os fãs criticarem o segundo episódio de Uzumaki pela queda de qualidade na animação, o co-criador do bloco Toonami e produtor-executivo do anime, Jason DeMarco, comentou sobre a situação.

Em uma série de posts em seu perfil BlueSky, que foram deletados posteriormente, o produtor revelou problemas nos bastidores.

“Sabíamos que isso aconteceria. Não posso falar sobre o que ocorreu, mas estávamos encurralados e as opções eram: A) não finalizar, não exibir nada e considerar isso uma perda; B) apenas finalizar e exibir um episódio, deixando a produção incompleta; C) executar todos os quatro episódios, mesmo com todos os problemas. Em respeito a todo o trabalho duro, escolhemos a opção C.”, declarou DeMarco.

O produtor então deu mais detalhes e comentou sobre o lado dos fãs: “Depois de esperarem tanto tempo por isso, faz sentido que as pessoas estejam bravas. Infelizmente, não posso dizer a quem culpar, mas definitivamente alguém teve culpa aqui, e todos tentamos fazer o nosso melhor quando as coisas implodiram. Talvez outros tivessem feito escolhas diferentes. Nós fizemos o melhor que podíamos com o que tínhamos. Mais uma vez digo que várias pessoas trabalharam muito nessa série e eu não achei que as ações de uma ou duas pessoas deveriam ser motivo para o projeto nunca ver a luz do dia. Talvez essa tenha sido a escolha errada, eu realmente não sei. Mas as pessoas têm o direito de estar irritadas e decepcionadas.”

Os dois primeiros episódios do anime baseado no mangá de Junji Ito estão disponíveis na Max com áudio original e legendas.

Leia mais sobre Uzumaki:

Kurôzu-cho, uma pequena cidade envolta em névoa na costa do Japão, é amaldiçoada. De acordo com Shuichi Saito, o namorado retraído da adolescente Kirie Goshima, sua cidade é assombrada não por uma pessoa ou ser, mas por um padrão: Uzumaki, a espiral, a forma secreta hipnótica do mundo.

Ela se manifesta em tudo, desde conchas e redemoinhos na água até as marcas espirais nos corpos das pessoas, as obsessões insanas do pai de Shuichi e a voz da cóclea em nosso ouvido interno. À medida que a loucura se espalha, os habitantes de Kurôzu-cho são puxados cada vez mais para dentro de um redemoinho do qual não há volta!

Fonte: ComicBook



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