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O cinema de ação nunca mais foi mesmo depois que John Wick usou a morte de um cãozinho para motivar uma grande saga de vingança. É difícil imaginar o que seria do gênero sem que esse momento brutal tivesse ido para o filme de 2014, mas os investidores do projeto nem sempre estiveram convencidos de que isso daria certo.
Em uma entrevista recente para o 10º aniversário da franquia, os diretores David Leitch e Chad Stahelski revelaram que houve grande resistência dos produtores quanto à cena. Eles até foram forçados a filmar um final alternativo onde seria revelado que o cãozinho teria sobrevivido. No entanto, Keanu Reeves foi decisivo ao bancar a opinião dos líderes criativos e descartar a filmagens dessa versão da conclusão.
“Disseram: ‘ninguém vai querer ver isso na tela, você vai chocar o público’,” disse Leitch ao Business Insider. “Eu fiquei tipo: ‘vamos mostrar pessoas morrendo pessoas de perto. Matar o cachorro é algo delicado, mas e o massacre brutal a todos esses seres humanos? Eles vão ser capazes de aceitar isso?’“
“Nas semanas seguintes, foi sugerido que filmássemos um final alternativo revelando que o filhote tinha sobrevivido“, acrescentou o co-diretor Chad Stahelski. “Mas Keanu nos defendeu. E Basil [Iwanyk, produtor] enfrentou os investidores e, eventualmente, eles receberam o recado: ‘dane-se, vamos ver o que esses caras podem fazer’.“
Bem, fato é que mantiveram a morte do cãozinho e o filme mais recente, John Wick 4: Baba Yaga (2023) consagrou o grande sucesso da franquia, arrecadando US$ 440 milhões ao redor do mundo.
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A franquia de ação com Keanu Reeves traz um assassino aposentado que volta a atuar, guiado por uma busca incontrolável de vingança. Precisando lutar contra assassinos sanguinários que o perseguem, John precisará elevar suas habilidades ao limite se quiser sair vivo.
Fonte: Business Insider






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