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Desde o primeiro Switch, quem dá preferência ao modo dock, sabe que o melhor é ter um Pro Controller original e confortável para ter uma boa experiência. No meu caso, devo dizer que adoro o controle da Nintendo por um motivo extremamente simples, mas que faz muita diferença pra mim: sua bateria dura muito e isso facilitava demais a minha vida. Com o lançamento do Nintendo Switch 2 e seu foco renovado no desempenho como console de mesa, a expectativa por um controle mais robusto era enorme e a Nintendo realmente entregou.
Eu sei, à primeira vista pouco muda: corpo preto fosco, layout tradicional da Nintendo e, dessa vez, sem transparências. A ausência de detalhes coloridos dá um ar sóbrio e bonito ao controle, que possui elementos cinza.
O upgrade é sentido logo no peso, que distribui melhor a pegada e transmite solidez. Os analógicos “Smooth-Gliding”, que embora ainda não possuam Hall Effect, deslizam com precisão e mostram zero drift após uma boa semana de testes com os jogos de lançamento do Nintendo Switch 2.
A Nintendo conseguiu eliminar a sensação “borrachuda” do modelo 2017. Cliques são firmes, sem prender, e o D-Pad responde muito bem. Gatilhos, embora analógicos, continuam sem curso progressivo como nos controles de Xbox/PlayStation; ainda assim, há melhoria de resistência e retorno tátil.
O controle também é acompanhado de novidades bem interessantes:
- Botões traseiros GL/GR: totalmente reprogramáveis por jogo, úteis para atalhos ou habilidades secundárias. Não apenas isso, você pode programá-los de forma diferente para diferentes jogos.
- Jack 3,5 mm (CTIA): enfim áudio com fio direto no controle, sem adaptadores Bluetooth.
- NFC para amiibo e giroscópio mantidos; vibração HD ligeiramente mais potente.
Aliás, sobre a bateria, ela continua sendo uma referência: cerca de 40 h com vibração ativa, carregando via USB-C em até 3 h. Compatível com cabos de carregamento rápido e emparelhamento por Bluetooth.
Porém, preciso reconhecer que o preço pode ser um impeditivo pra alguns: Nos Estados Unidos o Pro Controller 2 chega a US$ 84,99; por aqui, R$ 599 na rede oficial, ficando só R$ 50 abaixo de um par de Joy-Con 2. Para quem joga majoritariamente no dock ou precisa de um segundo controle competitivo, o investimento faz sentido; casuais podem viver apenas com Joy-Con aprimorados.
O Nintendo Switch 2 Pro Controller não revoluciona no visual, mas finalmente justifica o “Pro” em ergonomia, durabilidade e recursos práticos (botões traseiros e entrada de áudio). É, hoje, o melhor jeito de aproveitar o modo dock do Nintendo Switch 2.






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