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Stephen King, autor de clássicos como Carrie, O Iluminado e It – A Coisa, é amplamente reconhecido como um dos maiores escritores de terror de todos os tempos. Com mais de cinco décadas de carreira, suas histórias conquistaram gerações e renderam dezenas de adaptações para o cinema e a TV. Mas, mesmo gênios literários enfrentam momentos difíceis e foi durante uma dessas fases que King revelou ter sido “salvo” por ninguém menos que George R.R. Martin, criador de Game of Thrones.

Em uma conversa pública com Martin em 2016, durante um evento no Kiva Auditorium, Stephen King compartilhou uma experiência pessoal tocante. Ele revelou que, após sofrer uma crise de ciática tão intensa que mal conseguia dormir ou dirigir, decidiu ouvir os audiolivros de Game of Thrones para tentar se distrair da dor. O resultado foi surpreendente.

Eu pensei: ‘Vou tentar um desses malditos livros do George Martin pra ver se são bons mesmo’. E cara… aquilo me levou embora. Eu simplesmente me perdi nas histórias, como deve ser com bons livros”, contou King. “Eles salvaram minha vida, cara. Então, obrigado.”

King explicou que os livros de Martin foram um alívio durante suas crises, permitindo que ele se desligasse de seu sofrimento físico. A declaração emocionada deixou Martin visivelmente tocado e curioso.

Na mesma conversa, George R.R. Martin aproveitou a oportunidade para perguntar a Stephen King como ele conseguia escrever tantos livros em um ritmo tão constante, algo que Martin tem dificuldade para manter. King, conhecido por sua disciplina, respondeu: “Eu tento escrever seis páginas por dia. Trabalho três ou quatro horas por dia, todos os dias. Isso faz diferença.”

A troca entre os dois gigantes da literatura revelou não apenas uma amizade respeitosa, mas também um olhar íntimo sobre os bastidores do processo criativo de cada autor. Enquanto King se mantém produtivo com uma rotina regrada, Martin segue lidando com as pressões dos fãs por novos livros da saga As Crônicas de Gelo e Fogo, especialmente enquanto se envolve em outros projetos, como sua recente colaboração com cientistas na recriação genética dos lobos gigantes.

Por fim, Stephen King segue em alta também nas adaptações de suas obras. Segundo informações do SlashFilm, a Netflix fechou um acordo para adaptar Cujo, romance publicado em 1981, em um novo longa-metragem. A produção ficará a cargo de Roy Lee, responsável por outras adaptações bem-sucedidas de obras do autor.

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Fonte: GameRant



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