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Estúdio por trás da franquia Dying Light, Techland planeja mudar seus processos nos bastidores e adotar um ciclo de desenvolvimento de “3 a 4 anos” para criar um jogo.
O diretor Tymon Smektała explicou como The Beast se tornou um título independente, após ter sido planejado originalmente na forma de uma expansão de Dying Light 2: Stay Human.
“Entendo por que alguns jogadores podem pensar: ‘ah, começou como algo pequeno e agora estão cobrando preço cheio, só querem vender como se fosse o próximo jogo’. Mas, realmente é. É o retorno de Kyle Crane,” disse ao WCCFTech. “A campanha é comparável aos anteriores, e realmente acho que é o melhor jogo de Dying Light que já fizemos.”
“Essa constatação é algo que queremos adotar daqui para frente como desenvolvedora. Tanto Dying Light quanto a continuação levaram sete anos para serem feitos. Acreditamos que com uma abordagem ligeiramente diferente, com mais foco, podemos lançar jogos com mais frequência. Estamos mirando em um ciclo de três a quatro anos, e acho que The Beast é o primeiro passo nessa direção,” concluiu.
O lançamento acontece em 22 de agosto para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e PC.
Do que se trata a história?
Com cerca de vinte horas de duração, Dying Light: The Beast é uma descrito como uma emocionante aventura solo de zumbis ambientada em uma região rural cuidadosamente elaborada. Você vai jogar como Kyle Crane, um herói lendário que escapa após anos de brutais experimentos.
Agora, ele deve perceber que há mais em jogo do que apenas vingança.
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Fonte: WCCFTech






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