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Com múltiplos projetos colocando-o de volta nos holofotes de Hollywood, Mark Hamill imaginou que após Star Wars, sua carreira entraria em declínio, e não fazia ideia de estrelato tão tardio.
Contrariando suas expectativas, depois de seu retorno aos cinemas em Os Últimos Jedi (2017), o ator já embarcou em inúmeros filmes e séries, incluindo A Queda da Casa Usher (2023) e A Vida de Chuck (2024).
Agora, prestes a retornar nas telonas na adaptação de Stephen King, A Longa Marcha, Hamill conta ao The Hollywood Reporter o que pensava que aconteceria com sua carreira:
“Eu certamente não esperava ter essa explosão repentina de vida tão tarde. Eu deveria estar passando o tempo vagando pelas praias com um detector de metais. Não consigo explicar por que, de repente, tenho cinco filmes este ano.”
Sobre a importância de seu próximo filme, o ator disse o seguinte:
“É relevante de uma forma que não era há alguns meses – se você acompanha as notícias. A ideia é ser um futuro distópico onde um governo autoritário impõe esse ritual medonho [de uma competição onde adolescentes lutam por sua vida]. Foi quase muito difícil para mim superar essa premissa. […] O verdadeiro coração e alma tanto do romance quanto do filme são as experiências desses jovens enfrentando essa provação.”
Do que se trata A Longa Marcha?

Baseado no livro homônimo de Stephen King publicado em 1979, A Longa Marcha: Caminhe ou Morra segue um grupo de adolescentes convocados para uma competição de alto risco, onde terão que caminhar continuamente e evitar ser baleado durante o desafio.
Francis Lawrence (Jogos Vorazes) cuida da direção, enquanto a estreia está marcada para 11 de setembro deste ano nos cinemas do Brasil.
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Fonte: The Hollywood Reporter.






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