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No último sábado (4), Satoshi Asano, membro da Câmara dos Representantes do Japão, afirmou que a Nintendo estaria “evitando a utilização de IA generativa para proteger sua propriedade intelectual” e também “realizando atividades de lobby junto ao governo”.
A companhia, então, tomou uma medida rara: publicou um comunicado formal desmentindo a situação.
“Ao contrário das recentes discussões na internet, a Nintendo não teve nenhum contato com o governo japonês sobre IA generativa”, afirmou um porta-voz. “Independentemente da IA generativa estar envolvida ou não, vamos continuar tomando as medidas necessárias contra a violação de nossos direitos de propriedade intelectual.”
Após esse comunicado, Asano se retratou publicamente e pediu desculpas: “Lamento profundamente minha própria falha em verificar adequadamente os fatos”.
O debate sobre IA cresceu muito. Ferramentas como Midjourney têm sido criticadas na indústria de jogos eletrônicos.
Muitos as veem como substitutas do trabalho humano, e acusam as plataformas de utilizarem obras protegidas por direitos autorais em seus bancos de treinamento sem autorização.
De acordo com pesquisa da GDC State of the Game Industry, quase 50% dos desenvolvedores afirmam que ferramentas de IA generativa já são usadas em seus locais de trabalho, enquanto 84% dizem estar preocupados com sua aplicação.
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Fonte: VGC






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