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O renomado diretor de fotografia Roger Deakins afirmou que a utilização de inteligência artificial em produções cinematográficas não é desonesto, desde que o cineasta tenha uma mensagem a transmitir.

Em participação recente em um perguntas e respostas, explicou:

“Não acho que usar IA seja trapaça. Enquanto você tiver algo a dizer, não me importa o que você use.”

Na visão de Deakins, a força de uma obra artística está na intenção humana, e a ferramenta seja uma câmera tradicional, um pincel ou a IA, importa menos do que o que se quer comunicar.

Ao mesmo tempo, reconhece que existem riscos: a ferramenta pode “baratear” a arte se usada sem propósito, já que a arte floresce na imperfeição, no erro humano e na emoção.

O posicionamento se insere num debate mais amplo, em que figuras como Paul Schrader (Fé Corrompida) e George Miller (Mad Max) defendem a IA como uma evolução inevitável para os criadores, enquanto Guillermo del Toro (Frankenstein) adota uma postura radical de rejeição.

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Fonte: Worldofreel



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