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James Cameron nunca escondeu sua visão sobre a inteligência artificial e o rápido avanço na indústria cinematográfica.
Mas, aparentemente, há a possibilidade da ferramenta ser utilizada na franquia Avatar.
O cineasta reconheceu que pode explorar novas tecnologias de IA generativa “de forma ética” para acelerar a produção dos próximos filmes.
A motivação principal é reduzir o tempo de desenvolvimento.
“Não quero passar mais oito anos da minha vida fazendo dois filmes de Avatar aos 71 anos, então quero descobrir como fazê-los mais rápido, o que também tornaria tudo mais barato”, declarou ao Q with Tom Power.
Ao mesmo tempo, limites seriam bem definidos.
“A IA generativa pode, sim, ter um papel nisso, desde que permaneçamos dentro de limites éticos, sem nunca substituir os atores, sem nunca substituir os artistas, sem nunca me substituir como diretor ou os roteiristas”, completou.
Fogo e Cinzas arrecadou US$ 345 milhões em sua abertura global, e está em cartaz no Brasil.
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Fonte: Q with Tom Power






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