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Com cinco filmes produzidos, Duro de Matar se tornou um enorme sucesso comercial, e transformou Bruce Willis em um dos maiores astros de ação de Hollywood, mesmo enfrentando “pesos pesados” como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone.
E em celebração ao Natal (a trama do original é situada nessa época), decidimos trazer a seleção do melhor ao pior da franquia.
Será que terá alguma polêmica? Confira abaixo!
Duro de Matar (1988)
Redefiniu o gênero de ação ao acompanhar John McClane contra terroristas liderados por Hans Gruber dentro de um arranha-céu em Los Angeles durante uma festa de Natal. A combinação de suspense, violência e um herói vulnerável transformou esse filme em um clássico instântaneo.
A bilheteria ao redor do mundo superou US$ 141 milhões contra um orçamento de cerca de US$ 28 milhões, consolidando Willis como astro.
Duro de Matar 3: A Vingança (1995)
Os canhões já estão sendo apontados na minha direção?
O terceiro capítulo da franquia traz McClane sendo forçado a participar de um perigoso jogo de enigmas e desafios pelas ruas de Nova York, orquestrado por Simon Gruber, irmão do vilão do primeiro filme. E desta vez, formando uma improvável parceria com Zeus Carver, interpretado por Samuel L. Jackson.
A dinâmica urbana combinada com ação, humor e uma grande atuação de Jeremy Irons transformaram esse filme em um enorme sucesso, arrecadando cerca de US$ 366 milhões.
Muitos defendem até mesmo que é superior ao original!
Duro de Matar 4.0 (2007)
Agora sim, podem apontar os canhões.
Em Duro de Matar 4.0, McClane enfrenta um ataque cibernético em larga escala que ameaça paralisar os Estados Unidos. Agora em um mundo dominado pela tecnologia, o protagonista precisa se adaptar a novos inimigos e conta com a ajuda de um jovem hacker.
Apesar da recepção dividida da crítica, conseguiu êxito no público, superando US$ 388 milhões ao redor do mundo.
O longa ficou marcado pela aposta em uma abordagem “exagerada” nas sequências de ação, bem diferente das situações anteriores.
Duro de Matar 2 (1990)
A sequência direta se passa em um aeroporto tomado por terroristas durante uma nevasca, enquanto McClane tenta evitar um desastre aéreo em pleno Natal. O filme até tenta ampliar a escala da ação, mas repete parte da estrutura do original sem grande inspiração.
Não a toa, John McTiernan (diretor) decidiu reformular o conceito na terceira parte.
Ainda assim, conseguiu ótimos US$ 240 milhões ao redor do mundo, contra um orçamento estimado em US$ 70 milhões.
Duro de Matar 5: Um Bom Dia para Morrer (2013)
No quinto e último capítulo, McClane vai à Rússia para ajudar seu filho, Jack McClane, interpretado por Jai Courtney, e acaba envolvido em uma conspiração internacional. O filme foi amplamente criticado pela aposta na ação genérica, abandonando os principais elementos da franquia.
Aqui, McClane é basicamente um super-herói, e acabou sendo um encerramento amargo para a jornada de Willis no papel.
Por muito tempo, a 20th Century Studios tentou seguir adiante com um prelúdio, sem sucesso.
Todos acima estão disponíveis no catálogo do Disney+.
Menção Honrosa – 16 Quadras
Por essa você não esperava, hein? Em 2006, Willis estrelou 16 Quadras sob comando do aclamado Richard Donner, e esse filme é considerado por muitos fãs como uma espécie de “conclusão não oficial” da jornada de John McClane.
O suspense policial preserva muitos dos elementos adorados da trilogia de Duro de Matar, incluindo um protagonista quebrado, sequências de ação de tirar o fôlego (e dentro da realidade) e um ótimo antagonista.
Então, certamente vale conferir!
Disponibilidade: Prime Video






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