Durante uma matéria especial sobre Rogue One: Uma História Star Wars, que foi ao ar ontem nos EUA, tivemos mais detalhes do uso de efeitos especiais na ”ressurreição” de Peter Cushing e Carrie Fischer. Este tem sido um tópico muito debatido entre os fãs, divididos por aqueles que amaram ou nem perceberam o uso do efeito e aqueles que notavam constantemente e não gostaram.
Mas além disso, outra discussão se iniciou, dessa vez sobre a ética em recriações digitais, especialmente quando são feitas com atores que já morreram ha anos.
“Esse trabalho foi feito com grande afeição e cuidado” disse o produtor John Knoll no programa. Ele disse que foram feitas comparações injustas em comerciais onde esses efeitos foram utilizados para trazer Fred Astaire dançando com Demônio ou Audrey Hepburn para vender chocolate.“Não foi isso que fizemos aqui. Eu gostaria de pensar que o pepel que demos a Tarkin nesse filme foi um que Peter Cushing adoraria ter feito”A família de Cushing e o estado também estavam envolvidos e aprovaram o uso do recurso. Para trazer Leia aos seus 19 anos novamente, foi usada a atriz Ingvild Deila. “Também foi feito com a permissão de Carrie Fisher. Ela esteve envolvida no processo, e viu o resultado final e amou.”Toda essa discussão se tornou ainda mais pesada após os eventos recentes, da morte de Carrie Fischer em dezembro. A sua personagem estará presente no Episódio VIII, onde todas as suas cenas já foram finalizadas, o problema fica para o Episódio IX onde ela também estaria presente.
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