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Já imaginou se a antagonista de um filme sobre os perigos da tecnologia fosse, literalmente, um algoritmo? Em entrevista à Entertainment Weekly, o ator Chris Pratt revelou que sugeriu à produção de Justiça Artificial (Mercy) que a juíza da trama fosse interpretada por uma “atriz” gerada por IA, dispensando uma humana para o papel.

A ideia, no entanto, foi vetada quase instantaneamente pela equipe da Amazon MGM. “Todo mundo respondeu: ‘Não, acho que não'”, relembrou Pratt, que acabou concordando que a sugestão não era das melhores. O papel da tirânica entidade digital acabou ficando com a talentosa Rebecca Ferguson.

O ator também compartilhou outro “devaneio” da fase de planejamento: ele imaginou que, na trama, o réu pudesse escolher o avatar do juiz, sugerindo até mesmo Oprah Winfrey para o papel. “Achei que seria engraçado se a Oprah fizesse isso”, comentou.

Apesar de explorar o tema nas telas, Pratt garantiu à Variety que não teme ser substituído por máquinas na vida real. Ele classificou o pânico recente sobre atores sintéticos, como a suposta Tilly Norwood, como “pura besteira”, afirmando estar seguro de seu lugar na indústria.

Justiça Artificial está em cartaz nos cinemas do Brasil.

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