
Por mais exaustiva que tenha sido a primeira parte da sétima edição de The Walking Dead, não é injusto dizer que as atitudes de Rick Grimes pioraram tudo, inclusive em Alexandria. A série da AMC não deixou o horror de lado, fazendo os espectadores subirem pelas paredes após a introdução de Negan, que sem dúvida é o mais mortífero e imprevisível vilão apresentado até agora.
The Walking Dead tem seguido uma linha tênue entre o que é realmente aceitável para se mostrar na TV e o que aconteceria em um mundo pós-apocalíptico tomado por destruição, o episódio mais recente foi a prova disso. Os últimos episódios da temporada contaram com um terror psicológico intenso, Daryl foi aprisionado na fortaleza e Negan fez Rick ficar impotente na frente de seu povo. Mais terror e dor viria a seguir, e o público nem sequer estava contando com uma experiência tão angustiante. Mas resta esperança para os personagens seguirem em frente?
Scott Gimple falou com a Entertainment Weekly sobre o tom mais leve que dará início ao final da temporada:
“Isso nos impulsiona a uma meia temporada muito diferente da anterior. Antes do final após o episódio de retorno, você verá Rick Grimes sorrir”
O luto passará para os sobreviventes abatidos pelas perdas, a mudança será muito importante para Rick conseguir se reerguer. O início mais otimista mudará os acontecimentos finais na série, pelo menos este é sentimento que o clima por lá passa se baseando no comentário a seguir de Gimple:
“A estreia será como um filme, Angela Kang escreveu e Greg Nicotero dirigiu, o elenco o derrubou no set de filmagem, literalmente, você verá, toda a equipe o puxou, e deu um trabalho dos infernos reunir toda a equipe”
O desespero vai cessar e com sorte o otimismo irá permanecer.
The Walking Dead retorna a AMC no dia 12 de fevereiro.





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