Houve um tempo em que o corte final de Michael (2026) poderia durar até 3 horas, algo que precisou ser profundamente retrabalhado para a versão recém-lançada nos cinemas, após um acordo do espólio do cantor vir à tona, obrigando o filme a retirar as acusações de abuso feitas contra o Rei do Pop.
Agora, após o lançamento da cinebiografia nos cinemas, o diretor Antoine Fuqua relembrou os desafios de reformular sua visão para o projeto, retirando as polêmicas de 1993 e uma visão um tanto crua das investigações.
“[…] tivemos que repensar tudo. Foi um período difícil. John Logan [roteirista] e eu fomos virados de cabeça para baixo. Tivemos muitas reuniões. Mas conseguimos chegar à uma conclusão: o filme se chama Michael, então você tem que focar nele. Vamos voltar ao começo e mostrar quem ele era nos palcos. Ele é um super-herói no palco. Assim como um ser humano, os filmes têm o poder da empatia para simplesmente dizer que isso é um ser humano. Ninguém é perfeito. Era importante levar o público por um processo de como chegar onde isso vai em um segundo filme, para as pessoas terem uma ideia maior da personalidade dele e do que o moldou.”
Fuqua revela que as cenas adicionais das refilmagens foram escritas durante os trabalhos em set, além de não descartar uma sequência focada na carreira do Rei do Pop a partir dos anos 90.
A Parte 1 da cinebiografia traz Jaafar Jackson no papel central, abordando seu início na música como um membro dos Jackson 5, até sua ascensão solo em eras como “Off the Wall“, “Thriller” e “Bad“.
Michael segue atualmente em cartaz nos cinemas do Brasil, e já arrecadou mais de US$ 217 milhões em sua bilheteria global.
Leia mais sobre Michael:
Fonte: Deadline.






Comentários