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Desert Warrior, novo filme protagonizado por Anthony Mackie (Falcão e o Soldado Invernal), estreou com um grande fracasso nas bilheterias dos Estados Unidos.
A produção da distribuidora Vertical arrecadou apenas US$ 472 mil em seu primeiro fim de semana de exibição em mais de mil cinemas. A média por sala foi de US$ 187 para um projeto que custou US$ 150 milhões.
É, disparado, o maior fiasco comercial de 2026 até o momento. As próximas bombas cinematográficas do restante do ano terão que se esforçar muito para tirar Desert Warrior dessa “liderança”.
A recepção do público e da crítica sobre Desert Warrior reflete os números financeiros. O longa-metragem registra 27% de aprovação no Rotten Tomatoes e possui uma nota média de 1,7 de 10 no IMDb.
A épica histórica financiada pela Arábia Saudita enfrentou problemas significativos nos bastidores ao longo de seis anos. O orçamento inicial estimado em US$ 70 milhões dobrou após conflitos criativos e longas refilmagens.
O diretor Rupert Wyatt (Planeta dos Macacos: A Origem) abandonou o comando do projeto em abril de 2023 devido a divergências sobre o tom e a duração do corte.
A editora Kelley Dixon (Pantera Negra: Wakanda Para Sempre) foi contratada posteriormente para reformular a montagem e adicionar novos diálogos, alterando a visão original do projeto.
A sinopse acompanha a princesa árabe Hind, interpretada por Aiysha Hart (A Descoberta das Bruxas), que foge para o deserto para evitar se tornar concubina do tirano Imperador Kisra, vivido por Ben Kingsley (Gandhi).
Em um ambiente implacável, ela recruta um misterioso bandido, papel de Anthony Mackie, com o objetivo de unir tribos fragmentadas contra o enorme exército imperial. O elenco também conta com Sharlto Copley (Distrito 9).
Ainda não há previsão de lançamento aos cinemas ou disponibilidade em streaming para Desert Warrior no Brasil.






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