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Os bastidores da cinebiografia Michael enfrentam uma silenciosa batalha judicial. A atriz Nia Long (Vovó… Zona) está processando a Lionsgate por quebra de um acordo financeiro, de acordo com o site Puck News, comandado por Matthew Belloni, ex-editor-chefe do Hollywood Reporter.
A artista interpreta Katherine Jackson, a mãe do protagonista. A ação legal aponta o descumprimento de uma cláusula contratual que impedia que o seu salário fosse inferior ao de outros atores coadjuvantes.
O processo alega que ela gravou muito mais material do que Colman Domingo (Rustin), intérprete do patriarca Joe Jackson. A atriz argumenta que exige um pagamento condizente com o seu extenso tempo de trabalho original no set.
A discrepância na presença de tela dos atores no corte final ocorreu devido a uma drástica reformulação. A equipe precisou excluir grande parte do terceiro ato durante a fase de pós-produção.
Os realizadores descobriram um acordo legal firmado entre Michael Jackson e a família de Jordan Chandler no início da década de 1990. O documento proíbe qualquer representação do jovem em produções audiovisuais.
A restrição forçou o estúdio a reescrever o encerramento do filme e cortar todas as cenas que abordavam as primeiras acusações contra o astro e o impacto em sua carreira.
O material deletado tem grandes chances de ser reaproveitado em uma eventual continuação, caso os produtores encontrem uma alternativa jurídica para contornar a cláusula.
A disputa legal corre em absoluto sigilo nos Estados Unidos para não ofuscar o excelente desempenho do longa. A obra já superou a expressiva marca de US$ 424 milhões nas bilheterias mundiais.
A trama narra a intensa trajetória pessoal e a ascensão do Rei do Pop ao estrelato, contando com Jaafar Jackson no papel principal. A direção do projeto é assinada por Antoine Fuqua (O Protetor).
Michael continua em cartaz nos cinemas do Brasil.






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