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Enquanto o polêmico Citizen Vigilante continua dando o que falar, o mais improvável aconteceu: o filme foi massacrado pelo próprio protagonista, Armie Hammer.
Em um comunicado enviado à Puck News (via World of Reel), a equipe que representa Hammer revelou que o ator ficou profundamente chocado com o longa, classificando-o como “odioso” e “nojento”. O astro alega que, embora soubesse que o projeto tinha uma inclinação mais conservadora, ele nunca teve acesso à versão completa do roteiro, o que significa que desconhecia o real contexto da maioria das suas cenas.
Hammer insiste que o diretor e roteirista Uwe Boll o enviou apenas uma versão curta do texto, que era muito vaga e que não se parecia em nada com o resultado final do longa. Basicamente, Hammer acusa Boll de lhe enganar para atuar em um filme que ele não queria realmente fazer.
A equipe do ator continua dizendo que o salário que recebeu pela produção foi ridiculamente baixo e que Hammer só topou por estar em uma situação delicada na carreira. Nos últimos anos, Hammer foi alvo de várias acusações de abuso, que prejudicaram seriamente a sua carreira em Hollywood.
Longe dos holofotes e afastado em definitivo das grandes produções, o ator agora tenta emplacar alguns projetos no cinema independente e de baixo orçamento.
Citizen Vigilante se tornou uma espécie de sensação entre alguns internautas depois de Boll alegar que o filme supostamente havia sido banido no seu país natal, a Alemanha. O bilionário Elon Musk chegou a disponibilizá-lo na íntegra em sua rede social X (antigo Twitter) por cerca de 48 horas.
Isso resultou posteriormente em um apoio massivo no IMDb, com tantas avaliações positivas que a nota média se aproximou de 7 (algo muito acima do padrão de Uwe Boll). Passada a euforia, a média, por ora, atingiu 6,2 e continua caindo.
Citizen Vigilante já foi lançado oficialmente em streaming on demand nos Estados Unidos. No Brasil, ainda não há previsão para ser distribuído legalmente.






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