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Se em Game Of Thrones os dragões nada mais eram do que lendas que acabaram ganhando vida, em A Casa do Dragão eles terão uma abordagem diferente.

Falando com a SFX Magazine (Via CBR), Ryan Condal disse que os dragões de A Casa do Dragão serão contemplados como Deuses, pois são verdadeiras celebridades.

O produtor até fala que eles ainda são raros na época em que a série se passa, porém todos sabem que eles existem e os veneram por isso.

“Eu não acho que os dragões são dados como algo garantido, porque ainda são um recurso bastante raro nesta época. No auge da dinastia dos dragões, acho que havia 17 adultos – eu contei, acredite – o que é muito, mas se você tivesse uma espécie na Terra onde restassem apenas 17, ela estaria tão criticamente ameaçada que você nem seria capaz de olhar para eles.” – Disse Condal.

“Eles certamente existem e são onipresentes no sentido de que são enormes, mas ainda são muito especiais, e meio que reverenciados como deuses. Eles são celebridades dessa época, e na verdade mais famosos e adorados do que muitos dos Targaryen que os montam.” – Completou o produtor.

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Chegando na HBO Max em 21 de agosto, A Casa do Dragão tem roteiro e produção sob responsabilidade de George R.R. Martin e Ryan Condal.

O elenco principal conta com Paddy Considine (Blitz) como Rei Viserys Targaryen, Matt Smith (Doctor Who) como Príncipe Daemon Targaryen, Olivia Cooke (Jogador Nº 1) como Alicent Hightower e Emma D’Arcy (Truth Seekers) como Princesa Rhaenyra Targaryen.

Baseada no livro Fogo & Sangue de George R. R. Martin, A Casa do Dragão é um derivado de Game of Thrones que narra a história de conquista de terras em Westeros, mais conhecida como a Dança dos Dragões.

Situada mais de 200 anos antes dos eventos da série original, acompanhamos a guerra civil que acontece enquanto os meio-irmãos Aegon II (Tom Glynn-Carney) e Rhaenyra (Emma D’Arcy) almejam o trono após a morte do pai Viserys I (Paddy Considine).

Ramon Vitor, Editor-Chefe do site, engenheiro civil convertido em jornalista, é um apaixonado por cinema, quadrinhos e pelo poder transformador da comunicação. Com um olhar analítico aprimorado por anos de estudo da indústria cinematográfica, ele mergulha em seus artigos para O Vício desde 2021, transformando sua paixão em conteúdo cativante. Descubra uma perspectiva única sobre o universo do cinema e da TV.


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