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Promovendo o recém-lançado A Freira 2, diretor da sequência de terror revela que ideia de deixar filme “mais violento” veio de feedbacks de pessoas que o viram antecipadamente.
Como de costume, o thriller de horror ganhou exibições testes antes de chegar aos cinemas, e aparentemente, parecia ser uma continuação “mais leve” do que visto em seu corte definitivo.
“As pessoas queriam mais violência. Já havia um bom grau de violência e sangue no longa, mas as pessoas queriam mais”, conta Michael Chavez em entrevista ao site Entertainment Weekly.
“Então, fizemos algumas refilmagens e aumentamos a proporção disto. Isso apenas mostra como o público está sempre mudando, evoluindo. […] O público de terror está nessa jornada, nesse renascimento do gênero. É algo que eles queriam mais, e demos isso.”
A sequência já se encontra atualmente em cartaz nos cinemas de todo o mundo.
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A Freira, vale lembrar, é o maior sucesso comercial de toda a franquia Invocação do Mal, com US$ 365 milhões ao redor do mundo.
Na trama de sequência, presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e torna o convento num campo de batalha.