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A produção de A Hora do Rush 4 não deve demorar para começar, apesar de a Paramount ainda estar resolvendo questões nos bastidores.

O produtor Tarak Ben Ammar, junto a Bahman Naraghi — associado do diretor Brett Ratner —, arrecadou cerca de US$ 100 milhões de várias fontes e assinou um memorando de financiamento das filmagens, agendando-as para o meio do ano.

O memorando prevê China, África do Sul e Arábia Saudita como locações da trama. Como você deve imaginar, a escolha não é aleatória; o fato de a produção passar por esses três países está ligado às condições de financiamento. Provavelmente, os produtores estão contando com incentivos fiscais pesados dessas localidades.

Segundo o World Of Reel, a produção passa pela África do Sul porque a trama é fortemente fundamentada na caça ilegal de animais.

Quanto às pendências de bastidores, elas não envolvem o acordo da Paramount com a Warner Bros. Discovery — dona dos direitos da franquia. Isso já está acertado: os dois estúdios vão distribuir o longa juntos e dividir a bilheteria em uma porcentagem que ainda não foi revelada ao público.

A entrada da Paramount no circuito serve para impulsionar o lançamento doméstico a 4000 salas de cinema por todo o Estados Unidos — algo que era desejo do diretor e dos produtores.

O que não está fechado, portanto, é o cachê dos astros Jackie Chan e Chris Tucker, que ganharam mais de US$ 20 milhões cada em A Hora do Rush 3 (2007).

A dupla diz querer muito fazer o filme, mas, se isso for verdade, os dois terão que baixar muito o cachê. Os produtores levantaram US$ 100 milhões por meios próprios e não vão comprometer US$ 40 milhões só com os salários dos protagonistas.

A grande dúvida do momento é: será que Donald Trump sabe que o filme que ele pressionou para sair do papel será financiado com capital chinês?

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Fonte: World Of Reel



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