A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História, a nova série do Disney+, descrita como uma expansão à franquia cinematográfica estrelada por Nicolas Cage, chega à plataforma de streaming no dia 14 de dezembro. Entretanto, a crítica internacional parece não ter gostado nada da série.
As primeiras críticas chegaram aos sites especializados, e há um consenso geral de que a série tem problemas de roteiro, tendo sido descrita como um programa infantil “com cara de Disney Channel”.
Confira alguns trechos das críticas à A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História abaixo:
Jeremy Mathai, do Slash Film
“Em seus dois primeiros episódios, A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História, luta fortemente para se definir além do tom maníaco e arriscado de seus predecessores das telonas. Como uma reprise desgastada que desde então perdeu todo o charme que costumava ter, não demora muito para vermos clichês outrora divertidos – compartimentos secretos e salas escondidas atrás de estantes, pistas escondidas à vista de todos e bandidos com recursos ilimitados ansiosos para causar problemas por motivos vagos – não chegarem à lugar nenhum.”
Brian Tallerico, do site Roger Ebert
“Os filmes de Jon Turteltaub não eram exatamente Michael Bay, mas eles tiveram um ímpeto que está faltando nesta tentativa de usar a ideia de mistérios históricos. Há uma protagonista encantadora que tenta se manter unida, mas ela é uma vítima de uma escrita rasa que de alguma forma encontra uma maneira de tornar a resolução de quebra-cabeças entediante.”
Clement Goh, da CGM
“Infelizmente, grande parte do arco da história de Jess falha com algumas das falas mais cafonas da TV e entrega robótica entre os personagens. Os dois primeiros episódios ocasionalmente trazem algumas referências e charme de personagens excêntricos. Mas o toque de série do Disney Channel é mais vivo do que nunca, da pior maneira possível.”
Maggie Boccella, do Collider:
“Desde o início, é difícil se enraizar na história de Jess e seus amigos – um grupo de jovens corajosos de vinte e poucos anos morando em um apartamento que definitivamente não poderiam pagar no mundo real. O ritmo é lento e pouco se esforça para os conectar com todos, até mesmo a Jess, e o charme que tornou A Lenda do Tesouro Perdido infinitamente citável (pelo menos para mim) é perdido quando vários outros personagens e subtramas são empilhados em cima das crianças que já estão lutando para suportar o peso de liderando a série. (Tipo, nós realmente precisamos de outro agente do FBI simpático desta vez?)”
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A Lenda do Tesouro Perdido: No Limiar da História é descrita como uma expansão à franquia cinematográfica, e irá explorar questões atuais de identidade, comunidade, autoria histórica e patriotismo, contadas do ponto de vista de Jess Morales (Lisette Alexis), uma jovem de 20 anos que, com seu diversificado grupo de amigos, parte na aventura de sua vida para descobrir sua misteriosa história familiar e recuperar um tesouro perdido.
O elenco principal também traz Catherine Zeta-Jones (A Máscara do Zorro, Sem Reservas), e Justin Bartha retornando ao papel de Riley Poole após participar dos filmes com Nicolas Cage e Diane Kruger.
Além de Bartha, outro rosto conhecido dos fãs da franquia está confirmado: Harvey Keitel, que retornará como Peter Sadusky, um agente do FBI aliado de Ben Gates.