O diretor de A Morte do Demônio: A Ascensão, Lee Cronin, comentou em entrevista recente que o novo filme da franquia Evil Dead tenta explorar novos caminhos, mas sem deixar de trazer a carnificina tão característica da série de filmes.
Em entrevista à Empire Magazine, Cronin revelou que buscou fazer algo novo em A Morte do Demônio: A Ascensão, mas mantendo o respeito pelos filmes anteriores da franquia.
Confira o que o diretor de A Morte do Demônio: A Ascensão declarou abaixo:
“Ele prende você em um foguete movido a sangue”, disse Cronin. “Você pode sair ou ficar até explodir.”
“Sem dúvida [A Ascensão] é um filme de A Morte do Demônio”, continuou o diretor. “Mas pega o conhecimento e o leva a uma nova direção”.
Cronin revelou também que, apesar de algumas mudanças para o novo filme, um fator permanece igual: a carnificina.
“Tive que contratar uma cozinha industrial para criar a quantidade de sangue que precisávamos”, explica Cronin, afirmando que derramou 6.500 litros de sangue falso para produzir o longa. “Quando eu estava fazendo check-out, tive que avisar o proprietário, ‘Você vai encontrar marcas de mãos ensanguentadas por todo o apartamento – mas elas não são reais, é sério!'”
Além da entrevista com o diretor, a Empire Magazine revelou também uma imagem inédita de A Morte do Demônio: A Ascensão, que você pode conferir abaixo:

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Sam Raimi, criador da franquia, e o astro dos filmes originais, Bruce Campbell, estão envolvidos como produtores.
De acordo com a descrição oficial, A Morte do Demônio: A Ascensão move a ação para fora da floresta até a cidade grande. O conto distorcido centra-se em duas irmãs distantes, interpretadas por Alyssa Sutherland (Vikings) e Lily Sullivan (Mental), cuja reunião é interrompida pela ascensão de demônios, que as jogam para uma batalha primitiva pela sobrevivência enquanto enfrentam a versão mais sombria da família que se possa imaginar.
Trata-se de uma nova iteração, ou seja, não será uma continuação do original de 1981, nem do reboot dirigido por Fede Alvarez em 2013.






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