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O diretor Bill Condon relembrou a reação do público ao final surpreendente de A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, mais de uma década após a conclusão da popular franquia de vampiros. O filme, que encerrou uma saga de cinco longas-metragens, chocou os espectadores com uma reviravolta que não estava nos livros de Stephenie Meyer.

Em uma entrevista recente, Condon descreveu a estreia do filme em Los Angeles como uma de suas experiências favoritas na carreira. Ele revelou que a equipe se esforçou para manter a reviravolta em segredo, o que intensificou o impacto na plateia.

“As pessoas não sabiam. Tentamos manter isso em segredo, certo? Mas foi tão divertido, quando você tem algo com que as pessoas se importam tanto, poder brincar com as expectativas delas. Foi a melhor coisa. E então, quando perceberam que era um sonho, e assim como os sons que as pessoas faziam… Meu Deus. Foi uma das minhas experiências favoritas,” declarou o diretor.

A cena em questão mostra uma batalha sangrenta entre os Cullen e os Volturi, na qual personagens queridos, como Carlisle Cullen, são mortos de forma brutal. No entanto, no clímax do confronto, é revelado que tudo não passava de uma visão de Alice para alertar Aro sobre as consequências de um ataque.

O diretor também aproveitou para defender a franquia Crepúsculo das críticas que recebeu ao longo dos anos, afirmando que muitos não compreenderam o tom melodramático e “assumidamente ridículo” da história. Para ele, a saga sempre esteve ciente de sua própria dramaticidade, e a performance de Michael Sheen como Aro é um exemplo claro disso.

A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 está agora disponível na Netflix, Telecine e Prime Video.

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