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Depois de muita espera, finalmente aconteceu: o encontro entre o Absolute Batman e a Absolute Mulher-Maravilha. Dois dos personagens mais importantes desse novo universo se cruzam pela primeira vez — e nada nessa reunião é simples.

Uma série de assassinatos com símbolos mágicos leva Diana até Gotham, onde ela e Bruce acabam envolvidos numa armadilha sombria que coloca os dois frente a frente — e depois, um contra o outro. No vídeo de hoje, falamos tudo o que rolou nesse encontro épico.

A história começa em Gateway City, onde Veronica Cale está em uma conversa tensa com Jack Grimm. Quem acompanhou Absolute Batman, sabe que esse é o nome do Absolute Coringa, cuja origem nós já falamos em um vídeo aqui no canal.

Durante o papo, Veronica comenta sobre a armadilha deixada para atrair a Mulher-Maravilha até Gotham. Ela menciona o uso do símbolo de Hécate — uma marca mágica que apareceu misteriosamente na cidade, sugerindo uma conexão com a heroína. E é exatamente isso que faz Diana surgir em Gotham, onde, de forma impressionante, ela conjura um sinal do morcego feito inteiramente de magia. Quando Bruce aparece no local, ela comenta com ironia que ouviu dizer que ele era calado, mas que talvez fosse necessário inventar uma nova palavra para descrever o silêncio dele.

Batman percebe logo que não está diante de uma ameaça. Ele pergunta se aquele sinal foi feito com magia e Diana confirma. Diz que não queria andar pela cidade sem convite, e que esse foi o melhor jeito de encontrá-lo. Ela se apresenta como Diana. Ele responde apenas: “Batman”. E, claro, questiona: “Defina magia”.

Ela explica que sua magia envolve química avançada com intenções incomuns — uma frase que define Batman de forma curiosamente precisa. Quando ela pergunta como ele aprendeu a se jogar de arranha-céus sem conseguir voar, a resposta dele é simples: “Necessidade”.

Essa conexão entre eles se aprofunda quando Diana revela que precisa de ajuda. Ela menciona quatro assassinatos recentes, todos marcados pelo símbolo de Hécate. Batman, sempre cético, responde que quatro mortes em Gotham mal ganham destaque nos noticiários. Mas ela insiste: os assassinatos estão ligados, e o símbolo apareceu ensanguentado em todos os locais. Como não é especialista em investigação, ela conta com a ajuda de um amigo detetive, e Bruce adverte: ela pode ser uma deusa, mas seus aliados não são. A exposição traz riscos — algo que ele aprendeu da pior forma com os que outrora foram seus amigos e hoje são versões distorcidas de vilões como Pinguim, Charada, Duas-Caras e Crocodilo.

Quando Diana diz que não pode mais voltar às sombras, ele pergunta se ela voltaria se pudesse. Ela responde que não. O amor é transformador, e ela acredita que só é possível inspirar vivendo esse amor. Bruce então comenta que seu pai provavelmente gostaria dela. Isso revela um lado mais sensível dele — alguém que viu o fundo do poço, mas que talvez deseje ver o lado bom das coisas também. Diana afirma que não é uma deusa, e quando pergunta se ele é, Bruce responde: “Claro que não”. Ela sorri e diz “Excelente”, explicando que sua mãe apostou que ele era um deus-morcego, depois de vê-lo em sua fonte mística. Agora, para ganhar a aposta, Diana precisa de provas de que ele é apenas humano.

E como manda a tradição grega, ela traz um presente: um talismã encantado. Se ele tocar o objeto com a pele e pedir uma audiência com Diana da Ilha Selvagem, ela virá em seu auxílio — desde que esteja no mesmo plano de existência. É um artefato de magia poderosa, criada por ela, por sua mãe e por Hécate.

Depois de entregar o talismã, Diana pede que Batman a acompanhe até a cena mais recente dos crimes. E é aí que a investigação os leva para fora de Gotham, rumo a um lugar que qualquer fã das histórias do morcego vai reconhecer na hora: o lendário Pântano da Matança. Esse pântano é icônico. É o mesmo local que deu origem a Solomon Grundy, um dos vilões mais sombrios do universo DC.

Diana estranha que um local tão remoto tenha sido palco de um crime e pergunta como foi descoberto. Bruce revela que recebeu uma denúncia anônima — o que, por si só, já parece suspeito. Ele explica que ainda não teve tempo de investigar direito, ocupado com a história envolvendo o Bane. Mas algo no padrão das mortes indicava que havia algo maior em jogo.

Quando chegam à cena, Diana começa a lançar feitiços para examinar os rastros mágicos. Batman observa os detalhes do local, coberto de sangue, e comenta que Hécate parece ter gosto por violência. Diana responde: “Todos os deuses têm. Assim como a magia. É algo fundamental.” Ela percebe que ele está se contendo para não perguntar algo, então se antecipa e explica: a maioria da magia que realiza envolve o próprio sangue. É poderoso, acessível e carrega sua essência.

Mas algo naquela cena não está certo. Diana nota que, se os responsáveis fossem verdadeiros devotos de Hécate, haveria três velas — ou múltiplos de três — ao redor do símbolo. Ela explica que Hécate é uma deusa tríplice, e seus rituais sempre seguem esse padrão. O número está errado. E mais: o timing do feitiço também está fora de sincronia. O assassinato aconteceu dois dias antes, mas a lua estava na fase errada para rituais autênticos.

Ela pergunta a Bruce se algum órgão foi retirado do corpo, e ele confirma. Então ela conclui: alguém está tentando construir uma forma mágica — algo como um golem ou um homúnculo — que pode ser controlado à distância. Mas por que fingir que é um ritual de Hécate?

Batman levanta uma hipótese: talvez seja uma armadilha. Algo para atrair Diana… ou ele mesmo. E é nesse ponto que os dois decidem investigar um local mencionado nos arquivos: uma igreja abandonada com uma torre de relógio, localizada do outro lado do pântano.

A igreja abandonada parecia ser apenas mais uma ruína esquecida pelo tempo… até que eles entram. O lugar, que deveria estar vazio, está completamente ocupado. Algo está acontecendo ali, e não é nada bom.

Lá dentro, um ritual está em andamento. Pessoas em transe profundo, em meio a símbolos e feitiços, nem reagem quando os dois heróis arrombam a entrada. Diana analisa o feitiço. Ele parece inacabado, incompleto. Isso dá a Batman uma falsa sensação de vantagem: talvez o que quer que estejam tentando criar não esteja pronto. Mas Diana suspeita do contrário. Talvez não estejam tentando construir algo… e sim controlar alguém. E ela está prestes a descobrir da pior forma.

Enquanto isso, do outro lado, vemos Veronica Cale conversando com Jack Grimm — o Absolute Coringa. Ela diz que a ideia para o plano veio dele.A conversa revela algo bombástico: a inspiração para o ritual vem da própria origem de Diana. A história de que ela foi moldada do barro pelas mãos dos deuses. Se isso for verdade… então tecnicamente ela é só um golem. Algo que pode ser recriado ou controlado magicamente.

E é exatamente isso que está acontecendo. Diana começa a perceber que está sendo manipulada. Olha para Batman e diz apenas uma palavra: “Corra.” E Bruce não precisa ouvir duas vezes. Sai disparado, enquanto ela luta para manter o controle de si mesma, conjurando feitiços em desespero. Ela sabe que está sendo dominada.

A magia assume o controle total. Diana ressurge diante de Batman, agora transformada, fria e silenciosa. Ele tenta apelar à razão. “Diana, você está aí? Isso não é você.” Mas não adianta. Ela ataca com fúria, jogando o morcego de um lado para o outro.

A batalha começa de forma desequilibrada. Diana, totalmente possuída, ataca sem piedade. Bruce tenta resistir, mas é como lutar contra uma força da natureza. Ela o joga como se fosse um boneco de pano. Ainda assim, ele não desiste. Mesmo pendurado de cabeça para baixo em uma viga do teto, usa os ganchos de sua capa para se segurar e lança bombas de fumaça para ganhar tempo.

Essa versão do Batman pode ser mais bruta, mais simples, mas não é menos engenhosa. E é justamente por isso que ele continua tentando alcançá-la com palavras. Enquanto se esquiva, ele insiste: “Eu sei que você ainda está aí. Lute contra isso.” Mas Diana não responde. Só avança com ainda mais agressividade.

Quando ele vê que as palavras não bastam, parte para um último recurso. Saca um machado de batalha e acerta a perna dela com um golpe preciso. Ela cambaleia, mas se recupera quase instantaneamente, arranca a arma das mãos dele e se prepara para o golpe final.

E é nesse momento que Batman toma uma decisão desesperada. Ele arranca a luva, toca o talismã mágico que Diana lhe deu e diz com firmeza: “Eu exijo uma audiência com Diana da Ilha Selvagem!” Em um piscar de olhos, a magia do artefato entra em ação e quebra o encantamento.

Diana volta a si, ofegante, assustada, mas livre. E tudo o que consegue dizer é: “Obrigada, Hécate.” Com a mente clara novamente, Diana analisa o que aconteceu. Ela percebe que o ritual só teria funcionado se alguém tivesse acesso ao seu sangue e cabelo. E isso levanta uma nova questão: alguém muito próximo, ou muito poderoso, está por trás disso. Um inimigo oculto, alguém que sabe como atacar a própria essência da Mulher-Maravilha.

Eles decidem que precisam destruir o local do ritual e, talvez, salvar as bruxas envolvidas. Mas assim que ela tenta agir, a armadilha final se revela. O local inteiro explode. Era tudo uma armadilha, uma tentativa desesperada de eliminar os dois de uma vez só.

Mesmo com a explosão, eles sobrevivem. O plano de Veronica Cale falha — ela queria eliminar Diana e Bruce de uma vez só, mas subestimou a força de ambos. E agora, além de estarem vivos, eles sabem que há algo maior e muito mais perigoso em curso.

Diana reflete sobre tudo. Ela diz que a natureza mágica e incomum de seu nascimento a torna vulnerável a certos tipos de ataque — vulnerabilidades que nem mesmo ela havia considerado. Agora, precisa estar atenta. A ameaça não é apenas física.

É então que ela entrega a Bruce um pen drive. Revela que libertou um cientista de uma prisão e, em agradecimento, esse homem compartilhou dados importantes. Segundo ela, o dispositivo contém informações sobre Bruce… mas não só isso. Contém dados sobre “todos nós”.

Batman pergunta: “Todos nós? Você quer dizer… o Superman?” Ela confirma. “Sim. E alguns outros também.” A ideia de que há mais heróis como eles espalhados por esse mundo já começa a tomar forma. A aliança está se construindo.

E é nesse momento que a neve começa a cair. Diana para, encantada. Pela primeira vez, ela sente flocos de neve tocando sua pele. Nunca havia experimentado isso. Só tinha visto em fotos ou nas montanhas distantes. Agora, vivencia o momento de forma real, íntima. É um detalhe pequeno, mas significativo. Mostra que, mesmo sendo uma guerreira criada nas profundezas do mundo mágico, ela ainda encontra beleza nas coisas simples.

Antes de partir, ela comenta que sabe quem Bruce é. Sabe seu nome. Mas não o revela — prefere que ele mesmo diga, caso queira. Bruce a desafia: “Diga. Se você realmente sabe, diga meu nome.” E ela responde com tranquilidade: “Bruce.”

E então, com um sorriso que mistura esperança e desafio, ela lança a ideia: “Não acha que deveríamos fazer amizade com o Superman? Acho que vamos precisar de muitos amigos… se quisermos salvar este mundo.”

Com essa frase, o destino começa a se desenhar. A Trindade do Universo Absolute está prestes a se formar. Absolute Batman, Absolute Mulher-Maravilha e Absolute Superman… prontos para enfrentar as trevas e reescrever o destino de um mundo onde tudo pode acontecer.

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